Calcule sua independência financeira

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A solidez em sua saúde financeira não é algo que se conquista de um dia para o outro. Um longo processo de mudança de paradigmas em suas relações com o dinheiro – que passa sobretudo pela concepção que você tem sobre sua remuneração e o consumo da vida moderna – é um detalhe ideológico que, com certeza, influirá na maneira com que você aplica seus valores. Assim, uma vez que você esteja consciente dos percalços que enfrentará, talvez você já esteja pronto para por no papel o plano que garantirá sua saúde financeira permanente no futuro.


A primeira dica para quem quer aprender a estabelecer metas para a independência financeira é aprender o que é e como calcular a taxa de poupança.

 

Taxa de poupança é a divisão simples entre o que se ganha e o que se poupa, o que mostrará quão precavido você é. Se, por exemplo, você ganha um salário de R$ 5.000,00 e conseguir “salvar” R$ 2.000,00, terá uma taxa de poupança de 40% – algo impressionante para o mundo moderno e que indica que você, provavelmente, chegará a um bom patrimônio no futuro.

Entretanto, de nada adianta conseguir juntar muito e não saber onde aplicar. Assim, ter o apoio de um consultor financeiro especializado, além de estudar com profundidade as múltiplas opções do mercado, é essencial para seu sucesso.

 

Mas como saber quanto devo acumular? E em qual prazo? Essa conta é bem mais simples. Uma fórmula muito aceita pelos economistas para saber qual o patrimônio que seria suficiente para lhe garantir a segurança financeira necessária no futuro é a do “patrimônio necessário”, que leva em conta o gasto anual e sua relação com os juros.

Embora não tenha como garantir a estabilidade dos juros, em um mercado economicamente estável, é possível estabelecer uma meta de juros para os próximos anos. Assim, se você gasta hoje R$ 3.000,00 por mês e os juros reais podem ser colocados na casa dos 6%, você teria que acumular R$ 600 mil para chegar à solidez plena de sua saúde financeira.

Vale a pena pensar no assunto.

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