Brasil será a 5ª economia do mundo em 3 anos

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Segundo declarações recentes do FMI às agências de notícias, o Brasil pode ser a 5ª economia do mundo em 2015, mas o Ministro da Fazendo, Guido Mantega, afirma que esta conquista chegará antes. Em épocas de crise européia, o crescimento do Produto Interno Bruto brasileiro (ou seja, a soma total dos bens e serviços produzidos no país) supera em 100% a velocidade de crescimento dos países do velho continente e, segundo as previsões, dentro de um prazo de 3 anos, a economia nacional poderá chegar a ser mais forte do que a da França.

Enquanto as agências de notícias alemãs anunciam uma redução do aumento do Produto Interno Bruto para a Alemanha em relação às previsões (1% ao invés dos anunciados 1,7%), o Brasil cresceu em média 4% ao ano entre 2003 e 2010. Para o ano de 2012, a previsão de avanço do PIB é ainda maior, passando de 4% a 5%.

Todas estas boas notícias estão sendo vistas com sobriedade pelos político. As consequências de um crescimento ordenado e voltado ao bem-estar da população são muitas: entre elas, o crédito passará a ser mais acessível e o câmbio vai melhorar significativamente. Mas e o que dizer dos salários?

Segundo o The Guardian, a economia brasileira já é a 6ª do mundo, ultrapassando a do Reino Unido. Em compensação, a diferença social no Brasil continua muito mais acentuada do que na Europa. Para que haja equilíbrio entre Produto Interno Bruto alto e o padrão de vida da população é preciso que a renda per capita nacional melhore, pois ela ainda se encontra em níveis muito baixos, em comparação com países europeus. Somente quando a população puder desfrutar do crescimento é que será possível chamar o Brasil de um país de primeiro mundo.

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