O que são juros compostos?

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Com tantas taxas caindo todo mês sobre os pagamentos, o consumidor comum acaba sendo obrigado a entender um pouco de matemática financeira. Afinal, qual a diferença entre juros simples e juros compostos? Para que o controle de despesas passe a ser uma atitude, é preciso ficar atento a todos os pormenores que envolvem pagamentos parcelados. A verdade é que o capital, ou seja, o montante de dinheiro, pode crescer de diversas formas.

A primeira são os juros simples, que já conhecemos: existe uma quantia básica e ela é adicionada, a cada mês ou ano, de um valor proporcional. Por exemplo: começamos com um capital inicial de R$ 100 a uma taxa de juros simples de 10% ao ano. No fim do ano, os R$ 100 reais passam a valer R$ 110 e, em 2 anos, 120. Ou seja, sobre os primeiros R$ 100 foram aplicados, a cada ano, 10% em taxas.

Se começarmos com o mesmo valor e aplicarmos, ao invés dos juros simples, os juros compostos, a mesma taxa de 10% é aplicada ao valor resultante e não mais sobre o valor inicial. A diferença é que teremos, no fim do primeiro ano, os mesmos R$ 110. Aí então aplicaremos 10% sobre os R$ 110 e não somente sobre os R$ 100 iniciais. O cálculo final, para o segundo ano, é o seguinte: R$ 110 + 10% = R$ 121.

Ao contrário dos juros simples, que aumentam linearmente, o crescimento dos juros compostos é exponencial: ou seja, ao final de 4 anos, a mesma quantia de R$ 100 sofrerá com reajustes de juros compostos um aumento de R$ 11 a mais do que com juros simples. É por isto que o controle de despesas fica complicado para o cidadão comum, pois a fórmula para calcular juros compostos é um tanto complexa.

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