Assessoria financeira acessível: bancos e gestoras reduzem valor de atendimento

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As seguidas reduções na taxa Selic significaram o fim do rendimento acima da inflação na caderneta de poupança. Nos patamares atuais (7,25%), o rendimento da poupança passa a 0,4134% ao mês – patamar inferior aos índices inflacionários mensais em 2012. Com o fim da vantagem em aplicar na poupança, muitos brasileiros têm sido obrigados a recorrer a outras aplicações. Da nova necessidade, surge a importância da assessoria financeira na classe média.

Com a queda na Selic, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) chegou à conclusão, através de algumas pesquisas, que a assessoria financeira ou outros serviços complementares de consultoria monetária seria um campo vasto, com alta procura pela nova classe C e classe B.

Mediante a constatação, não demorou muito para que as mais diversas instituições monetárias começassem a estender serviços de consultoria e controle financeiro supervisionado outros segmentos de sua carteira de clientes. Um dos casos é o do HSBC. O banco lançou, há duas semanas, um serviço de controle financeiro individualizado para clientes que possuem, pelo menos, R$ 100 mil em poupança ou outros ativos.

A medida foi implantada a partir do momento em que o banco percebeu que clientes com renda alta não necessariamente possuem patrimônio acumulado. Do lado oposto, existe uma diversidade incrível de clientes da classe B com grande volume financeiro e sem nenhuma orientação. Anteriormente, o serviço de assessoria financeira era oferecido apenas para quem possuía mais de R$ 1 milhão.

E se você também tem recursos acumulados, mas não sabe o que fazer com ele diante o novo cenário econômico, a dica é contatar o gerente de seu banco e descobrir quais tipos de supervisão e apoio podem ser oferecidos a você.

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