Cuidado. Pré-datado é responsável por 5% das dívidas

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Ter sucesso na árdua tarefa de reduzir sua margem de endividamento passa, fundamentalmente, pela compreensão acerca da necessidade de gastar apenas o que se tem. Cheque pré-datado, cartões de crédito, crediário, financiamento. Existem mil armadilhas que podem aprisionar, de forma irreversível, os fascinados pelo consumo que não sabem manipular seu dinheiro. Você sabia, por exemplo, que o “inocente” pré-datado é responsável por 5% das dívidas?

Interessante observar algumas pesquisas que monitoram a atividade econômica no país e perceber que, mesmo com o crescimento do parcelamento das compras sem acréscimo no cartão de crédito, o uso do cheque pré-datado ainda é bastante forte em algumas regiões do país, sendo responsável por parte do endividamento nacional. De acordo com a Boa Vista Serviços (uma companhia especializada no fornecimento de dados financeiros para aprovação de crédito), o percentual de dívidas advindas do pré-datado encontra-se em crescimento, sobretudo pela queda nos juros e pela tendência de que algumas instituições acabem com a modalidade de parcelamento sem juros no cartão de crédito. Se isso ocorrer, o uso do pré-datado pode retornar ainda com mais vigor.


O pré-datado é uma solução tipicamente brasileira, criada na década de 1990 para fomentar a economia numa época em que a recessão, o desemprego e a consequente escassez de crédito engessavam a movimentação financeira nacional. Com a popularização dos cartões de crédito, esse sistema de pagamento entrou em desuso. E é por isso que a divulgação desses dados chama a atenção de especialistas.

Assim, quem estiver empenhado na redução de dívidas deve tomar todo o cuidado não somente com os cartões e novos financiamentos, como também com o uso do cheque. Isso porque, qualquer tipo de pagamento a prazo oferece ao cidadão comum o risco de se perder nas contas, gastando mais do que tem em caixa.

 

Só quando é feita a compensação bancária dos valores lançados semanas atrás é que o cidadão pode descobrir que se enrolou, gastando mais do que possuía. Redução de dívidas é aprender a gastar apenas o que se tem no bolso. Muito cuidado com pré-datados e cartão. Saiba exatamente quanto você pode gastar mensalmente. Ah, e nada de pagar só o limite, certo?

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