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Controle financeiro: como fazer o seu?

controle financeiro

Todo início de mês é a mesma coisa: você sempre pensa que vai conseguir se controlar, que vai anotar todas as despesas, colocar dinheiro na poupança, fazer isso e aquilo… Mas quando o mês termina você vê que tudo ficou na mesma. A situação é preocupante, mas não se desespere: você não é o único que não consegue manter um bom controle financeiro.

Muitas pessoas têm dificuldade de controlar os gastos e acabam fechando o mês no vermelho. Levantamento recente feito pelo GuiaBolso mostrou que 26% dos correntistas brasileiros fecharam o mês de agosto de 2014 com a conta negativa.

A má notícia é que só existe uma solução para acabar com esse círculo vicioso: acompanhar de perto seu orçamento, sem desculpas. A boa é que a gente pode te ajudar nisso. Confira:

Liste seus rendimentos

De onde vem o seu dinheiro? Só do salário ou você tem alguma renda extra? Liste todas as fontes de entrada de dinheiro e os respectivos valores. Se o total for variável, faça uma média dos últimos 12 meses, assim você tem uma boa base para começar. Uma dica, entretanto, é fazer seus gastos fixos caberem no valor mínimo que você ganhou nesse período.

Mapeie seus gastos

Essa parte parece fácil, mas na hora de listar nossos gastos mensais, geralmente lembramos só das despesas fixas — como luz, água e telefone. Contudo, as despesas variáveis, aquelas que não acontecem frequentemente e não têm um valor definido — como o happy hour na sexta-feira, o cinema com o amigo ou aquela pizza no fim de semana – são as principais inimigas do orçamento.

Se você sentir dificuldade em mapear as suas despesas, pode contar com uma planilha de controle de gastos ou uma ferramenta de controle financeiro online, como o GuiaBolso.

Leia mais: Planilha de gastos ou controle financeiro online? Qual a melhor opção?

Trace uma estratégia

Uma boa estratégia de controle financeiro é utilizar a regra dos 50-15-35. Suponhamos que você ganhe 2 mil reais líquidos por mês. 50% desse valor — ou seja, mil reais — devem ser guardados para as despesas essenciais, como luz, água e aluguel. 15% devem ser direcionados para suas prioridades financeiras (pagar dívidas se você estiver endividado ou poupança se você não estiver) e os 35% restantes devem ser usados para manter sua qualidade de vida, pagando uma academia, algum curso ou uma viagem, por exemplo, para que seu trabalho realmente valha a pena e você se sinta recompensado.

Coloque em prática

Você já mapeou sua renda mensal, suas despesas e suas metas financeiras para o mês. Agora chegou a hora de colocar seu planejamento em prática. Defina um marco zero para mudar a sua vida financeira — pode ser o primeiro dia do mês, para facilitar o seu controle.

A melhor forma de tirar seu planejamento do papel é desdobrar seus objetivos mensais em metas diárias ou semanais. Assim você consegue perceber antes do final do mês se você está perdendo o controle dos gastos ou não.

Acompanhe

De nada adianta fazer um controle financeiro se você não acompanha a sua evolução. Verifique o saldo da sua conta no final do mês anterior e memorize esse valor para comparar com o final do mês em que você passou a realizar um melhor controle financeiro.

Com planejamento e disciplina, os resultados devem vir mais rápido do que você imagina.

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