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Como começar a investir?

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começar a investirTodo mundo tem algum plano que é sempre deixado de lado: a dieta, uma pós-graduação ou todas aquelas promessas de final de ano. É uma situação comum, afinal, infelizmente só temos 24 horas para darmos conta de todas as nossas tarefas. No entanto, se o seu plano abandonado é uma vida financeira melhor, você deve repensar um pouco as suas prioridades. Hoje, há uma série de opções de investimentos disponíveis no mercado e uma delas certamente está dentro da sua realidade.

Para que isso seja possível, é claro, você deve se planejar, descobrir o seu perfil de investidor, conhecer essas opções do mercado e economizar o que puder. Com isso, com certeza terá um terreno fértil para ver o seu dinheiro render.

Calma, não é tão complicado quanto parece. Neste post contamos com a ajuda da London Capital, empresa que faz planejamento financeiro pessoal, para mostrar um guia completo sobre como começar a investir. Você vai ficar por dentro dos principais pontos de atenção. Confira!

Tudo começa com um bom planejamento

Para começar a investir você deve se planejar. No entanto, antes disso, é preciso colocar ordem na casa. Isso significa que você deve fazer um levantamento com todas as suas despesas e receitas mensais — de preferência, comece logo depois de terminar esse texto. Esse passo é importante para que você tenha uma noção exata do quanto tem disponível ao final do mês e, principalmente, quais gastos pode cortar.

Após esse momento, você tem mais duas etapas importantes no processo de planejamento: definir seus objetivos e o valor das suas aplicações. Afinal, além de motivar, os objetivos delimitam com clareza qual será a quantia necessária, além, é claro, de ajudar a definir quais são os melhores tipos de investimentos para concluir o sonho.

Objetivos

O ideal é que você defina objetivos para cada aspecto da sua vida. Como exemplo, estabelecer o quanto pretende juntar para a sua aposentadoria, qual é o patrimônio deseja formar nos próximos anos, e o quanto deixará de reserva para investir no futuro dos seus filhos. Todas essas metas podem ser definidas no curto, médio e longo prazo.

A definição de objetivos, como vimos anteriormente, é um passo fundamental para que você defina exatamente o quanto precisa economizar para investir, e esse é o ponto que veremos logo a seguir.

Definir a aplicação

Dependendo do seu objetivo, você terá que tomar uma decisão. A maioria dos investimentos vai exigir que você faça uma aplicação mínima — que pode variar bastante. Para o CDB (Certificado de Depósito Bancário), por exemplo, você precisa aplicar, no mínimo, R$ 1.000, no entanto, para uma LCI (Letra de Crédito Imobiliário), essa aplicação pode pular para até R$ 30.000.

Então, pode ser que, dependendo das suas economias e dos seus objetivos, seja importante que você junte o dinheiro necessário para que você faça a aplicação correta. Não adianta fazer qualquer investimento, pois, no final, certamente não conquistará aquilo que pretende. Mas calma, ainda veremos os principais investimentos para iniciantes mais à frente.

Conheça o seu perfil de investidor

Esse é um ponto importante que pode afetar tudo aquilo que vimos anteriormente. Hoje, muitas instituições financeiras e corretoras buscam definir com clareza qual é o seu perfil como investidor antes mesmo que você realize qualquer aplicação — são feitas avaliações do patrimônio do cliente, bem como questionários. Existe alguns casos mais incomuns, inclusive, em que as corretoras negam determinado tipo de investimento ao cliente devido à incompatibilidade entre o seu perfil e o investimento feito, mas isso é mais comum em aplicações de alto risco.

O conhecimento do perfil é importante para a instituição financeira, afinal, ela não quer clientes insatisfeitos. No entanto, também é muito importante para que você saiba exatamente qual é o seu limite, ou seja, até onde pretende se arriscar para ver o patrimônio crescer. É claro que investidores mais arrojados conseguem alcançar seus objetivos com muito mais facilidade, no entanto, estão muito mais suscetíveis às perdas. Se você se sente desconfortável com uma situação como essa, por exemplo, o melhor é evitar esse tipo de investimento.

Basicamente, hoje temos três tipos de perfis:

Conservador

Esse tipo de investidor busca a segurança acima de tudo, mas isso significa ter um menor retorno com as aplicações. Normalmente, os produtos mais indicados para esse perfil de investidor são os títulos públicos e os fundos de renda fixa. Para você que está começando agora, esse pode ser um bom estilo.

Moderado

Já o investidor moderado tenta jogar nos dois times, buscando manter um equilíbrio entre aplicações de renda fixa e renda variável. Dessa forma, consegue manter boa parte do dinheiro em aplicações seguras, mas procura sempre ampliar seus rendimentos com as aplicações de renda variável, um pouco mais ousadas.

Arrojado

Por fim, temos o investidor arrojado, que busca otimizar ao máximo a sua rentabilidade. É capaz, inclusive, de aceitar rentabilidades negativas no curto e médio prazo para perceber vantagens maiores no futuro. É claro que esse tipo de investidor prefere aplicações de renda variável.

Investimentos recomendados

Como vimos, mesmo que você tenha a ambição de se tornar um investidor arrojado, o ideal é que você comece de maneira conservadora. Isso porque, no início, terá que se acostumar com a ideia de ter um dinheiro parado, rendendo, sem que possa utilizá-lo para outros propósitos. Além disso, é claro, um investidor que tenha uma péssima experiência no seu começo dificilmente se sentirá estimulado a fazer aplicações no futuro.

Por muito tempo, a poupança era recomendada para os investidores iniciantes, no entanto, com a alta da inflação, essa já não é mais uma opção rentável. Por isso, vamos apresentar para vocês três alternativas para quem está começando.

Certificado de Depósito Bancário (CDB)

O CDB é um investimento seguro por dois motivos: primeiro porque você sabe exatamente o quanto receberá de volta ao final da aplicação; e, depois, porque caso a instituição financeira vá à falência, você terá de volta o valor da aplicação, desde que não supere o valor de R$ 250 mil, pois esse investimento é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito.

Para que o investimento realizado realmente gere um bom retorno, você deve aplicar, no mínimo, a quantia de R$ 1 mil, e esperar o rendimento no curto/médio prazo (o ideal é que o dinheiro seja aplicado por, pelo menos, dois anos) — o tempo de retirada é definido em contrato. Lembre-se, ainda, que nesse tipo de investimento há desconto do imposto de renda.

Títulos públicos

Basicamente, os títulos públicos são empréstimos feitos ao Governo Federal — por isso, são bastante seguros. O valor das aplicações pode variar bastante, começando até mesmo em R$ 800,00. Além disso, é um investimento de médio/longo prazo, que pode, em alguns casos, ser de até 35 anos. Portanto, você não pode retirar o dinheiro até a data de vencimento do título, a não ser que você não se importe de resgatar um rendimento menor do que o acordado no ato do investimento.

Um dos títulos mais recomendados é o Tesouro Selic, que tem um bom retorno e também é bastante acessível para os investidores iniciantes.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

Por fim, temos as Letras de Crédito Imobiliário que, assim como as duas aplicações anteriores, deixam claro para o investidor o quanto receberá ao final do investimento. Apesar de ser muito mais rentável que o CDB, afinal, você tem uma isenção no Imposto de Renda, na LCI você deve fazer um investimento maior.

Por outro lado, também com o CDB, você tem o seu dinheiro protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito até o montante de R$ 250.000, o que torna esse tipo de investimento bastante seguro.

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