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O que é CDB e como investir? Entenda em 4 passos

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Se você quer uma rentabilidade superior à da caderneta de poupança, precisa aprender a como investir em CDBs. Os Certificados de Depósito Bancário são uma das principais modalidades de investimento de renda fixa, aquela em que o poupador conhece as condições de retorno no ato da contratação.

Como você deve imaginar, para um banco poder emprestar dinheiro, ele precisa captar recursos junto às pessoas e às empresas. Ao aplicar em um CDB, você empresta certa quantia para uma instituição bancária. O bano usa esse recurso para fazer empréstimos para outros indivíduos. Em troca, você recebe uma remuneração por isso.

A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) começou em seu canal uma série especial de educação financeira. E no primeiro vídeo explica exatamente como funciona o CDB. Confira:

Se você se interessou pela aplicação, confira abaixo 4 dicas preciosas que separamos pra você de como investir em CDBs:

1. Defina o seu objetivo financeiro

Antes de fazer uma aplicação em um CDB, você deve estabelecer o seu objetivo financeiro. Você vai querer dar a entrada em um apartamento, comprar um carro ou acumular patrimônio? Como cada tipo de investimento serve para necessidades e perfis de risco específicos, o poupador deve ter metas financeiras claras antes de tomar uma decisão.

2. Compare para saber como investir em CDBs

Quando se pensa em fazer uma viagem de férias, as pessoas escolhem cuidadosamente o destino, não é mesmo? Saiba que na hora de investir você precisa fazer a mesma coisa. Enxergue os CDBs como produtos financeiros, que devem ser comparados entre si.

Os CDBs podem ter condições diferentes quanto à forma de remuneração, ao prazo de investimento e ao valor mínimo de aplicação. Esses títulos de renda fixa podem ter rendimento prefixado, com base em uma taxa acordada no ato da contratação, ou pós-fixado, conforme o desempenho de determinado indicador, como o CDI. O segundo tipo é mais comum.

Caso ainda não saiba, o CDI é a taxa média de juros praticada nos empréstimos entre os próprios bancos. Em grande parte dos casos ela é usada como referência para a remuneração dos CDBs. Por exemplo, bancos grandes de varejo tendem a pagar nos CDBs por volta de 80% do CDI, enquanto bancos médios e pequenos podem remunerar entre 95% e até mais de 100% do certificado interbancário.

Se você tem conta em grandes bancos comerciais, pode aplicar nos CDBs dessas instituições pela própria internet ou nas agências. Os valores mínimos de aplicação variam conforme o banco, por exemplo, de R$ 250 a R$ 1 mil. Outra opção de como investir em CDBs é abrir uma conta em uma corretora de valores, que oferece aplicações de vários bancos, com condições diversas.

Considere pesquisar CDBs de bancos médios. Neles, a remuneração é maior, mas em geral o prazo de resgate é mais longo.

3. Concilie tempo de resgate e tributação

De modo geral, os CDBs têm remuneração e liquidez (possibilidade de vender o título) diárias. Contudo, quem deixa o dinheiro aplicado por mais tempo tende a receber rentabilidades maiores do que se investisse somente no curto prazo. Em alguns casos, bancos oferecerem retornos acima de 100% do CDI para a pessoa deixar determinada quantia aplicada por 2 anos, por exemplo. Logo, esse limite se refere ao prazo de carência, em que não poderá ser feito o resgate.

Vale lembrar que os CDBs sofrem incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e do Imposto de Renda (IR). Nos 2 tributos as alíquotas são regressivas. No caso do IOF, a porcentagem cobrada varia de 96%, com um dia de aplicação, até 0% no trigésimo dia de investimento. Assim, se você investir mais de 30 dias, já não paga nada de IOF.

No caso do Imposto de Renda, as alíquotas sobre os ganhos são as mesmas da maior parte dos investimentos de renda fixa:

  •     22,5% (até 180 dias);
  •     20% (de 181 a 360 dias);
  •     17,5% (de 361 a 720 dias);
  •     15% (mais de 720 dias).

4. Distribua recursos de modo a ficar protegido pelo FGC

O risco de investir em CDBs é a inadimplência da instituição bancária que emitiu o título de crédito. Ainda assim, no Brasil, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) assegura o reembolso de até R$ 250 mil por CPF e por instituição, em caso de calote ou liquidação do banco. Logo, a pessoa pode diversificar as aplicações, de modo a ter menos de R$ 250 mil investidos por instituição bancária.

Ficou com alguma dúvida de como investir em CDBs? Deixe nos comentários!

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comentários

 
 

Jonas Cardoso de castro comentou:

Guiabolso excelente ,. Ta me ajudando muito, obg a todos os criadores..

18/12/2016, 15:45

 

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