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Saiba em que investir: CDB ou Tesouro Direto?

banner-mktplacedireto-2

58351-saiba-em-que-investir-cdb-ou-tesouro-diretoQuando falamos de investimento, duas das aplicações muito procuradas são o Tesouro Direto e o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Por serem alternativas de investimento de baixo risco, estas opções têm ganhado destaque nas carteiras. 

Mas você já conhece bem estes dois tipos de aplicações? Para saber suas principais semelhanças e diferenças, continue a leitura!

O que são?

O Tesouro Direto é uma das maneiras que o governo federal tem de fazer sua economia girar. O investidor compra digitalmente títulos públicos e passa a ser credor do governo. Dessa forma, ele recebe, no futuro, o dinheiro aplicado mais juros. O rendimento pode ser prefixado, acompanhar a inflação (IPCA) ou a taxa básica de juros brasileira, a Selic. Normalmente, a Selic opera em torno dos 14,25% ao ano.

O CDB funciona de forma parecida com o Tesouro Direto: a grande diferença é que em vez de emprestar dinheiro para o governo federal, a pessoa física se torna credora de uma instituição financeira. O lucro do investidor também vem do juro pago na aplicação, que acompanha de perto o CDI, taxa similar à da Selic. Os CDBs pagam um porcentual do CDI ao investidor, como 80% ou 90%. A taxa de remuneração pode chegar até acima de 100% do CDI.

Tesouro Direto ou CDB: onde investir?

Segurança

O Tesouro Direto é considerado a forma de investimento mais segura dentro de um país, pois o devedor é o próprio governo federal. Dessa forma, se o governo quebrasse ao ponto de não poder pagar as suas dívidas, todas as outras instituições do país provavelmente teriam falido antes, o que seria algo muito difícil de acontecer.

Já o CDB tem um grau de risco um pouco maior do que o Tesouro Direto, mas ainda é considerado um investimento seguro. Caso o banco tenha um problema e declare falência, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) cobre uma quantia de até R$ 250 mil por investidor. 

Rentabilidade

A rentabilidade do Tesouro Direto e do CDB se dão por meio da taxa Selic e da taxa CDI. Os dois referenciais costumam apresentar um valor parecido — o que, em tese, igualaria a remuneração dos dois investimentos.

Mas é preciso ficar atento para isto: enquanto o Tesouro Direto oferece uma remuneração de 100% sobre a taxa Selic, os acordos de CDB (por serem mais arriscados) podem trazer uma rentabilidade acima de 100% do CDI dependendo do banco. Bancos médios, que possuem risco de crédito um pouco maior, costumam ter rentabilidades melhores. Se o investidor aceitar correr mais risco, vale a pena colocar uma parte da carteiras nessas instituições.

Liquidez

A liquidez no CDB pode ser alta ou baixa. Em alguns bancos, há prazo mínimo de carência e só depois você pode resgatar a aplicação. Por outro lado, as aplicações em Tesouro Direto têm liquidez diária. Dessa forma, a pessoa pode resgatar seu investimento a qualquer hora.

Aplicação inicial

O Tesouro Direto oferece aplicações iniciais que começam a partir dos R$ 30, o que o torna acessível para a maior parte dos brasileiros. Por outro lado, os títulos CDB com maior rentabilidade podem ter um valor inicial acima de R$ 5 mil. É possível encontrar CDBs de R$ 1 mi ou menos, mas em geral com retornos mais baixos.

Dessa forma, é necessário fazer uma boa análise do planejamento financeiro e do perfil do investidor para saber qual destas aplicações, de fato, caberá em seu bolso.

E você, já sabe agora se vai apostar no CDB ou Tesouro Direto? Deixe um comentário no post contando qual dos dois investimentos você prefere!

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