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Entenda a diferença dos títulos públicos e comece a aplicar!

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Entenda a diferença dos principais títulos públicos

Fazer aplicações financeiras para poupar é sempre uma boa decisão. Mas depende muito do planejamento do investidor para que dê certo e os rendimentos apareçam.

Para isso, duas práticas são fundamentais: planejamento financeiro — para que seja possível fazer reservas — e estudo das possibilidades de investimentos. E para essa última prática, vamos agora mostrar a você a diferença dos títulos públicos, opções de baixo risco, para lhe ajudar a escolher o melhor produto financeiro.

Acompanhe e faça uma boa opção para suas finanças!

Títulos do Tesouro Nacional

Os títulos do Tesouro Nacional são seguros por conta de o governo ser um bom pagador. Além disso, a volatilidade é baixa e os rendimentos oferecem lucros reais, acima da inflação. A rentabilidade tem ficado acima da poupança.

Há títulos de curto, médio e longo prazos. Mesmo para os mais longos, o Tesouro garante a recompra deles quando o investidor quiser, caso necessite fazer o resgate antes. Porém, nessa hipótese, a rentabilidade pode ser menor do que a contratada.

No caso de títulos curtos, como para daqui a um ano, a rentabilidade tende a ser menor. Agora, conheça as melhores opções e veja as diferenças dos títulos públicos entre si:

Tesouro Selic LFT

A sigla LFT significa Letra Financeira do Tesouro. São notas com rendimentos atrelados à Taxa Selic. Assim, a rentabilidade é guiada pela taxa básica de juros. Esse título é pós-fixado. Isso significa que a alíquota do lucro sobre o capital aplicado é conhecida no momento do resgate, conforme a Selic.

As notas LFT são as que apresentam volatilidade mais baixa em relação ao preço de mercado. O preço do título é corrigido diariamente segundo a Selic diária. São os títulos que menos têm potencial de gerar perdas no caso de o investidor vendê-los antes do vencimento.

Tesouro IPCA+

As notas IPCA+ são as mais seguras em relação à obtenção de rendimentos reais acima da inflação, pois a rentabilidade delas é formada por uma taxa de juros e pelo índice de inflação do IPCA. Ou seja, no momento do resgate, o investidor recebe o porcentual que contratou e mais o da inflação.

Os títulos do Tesouro IPCA+ são os que têm vencimentos mais distantes. Por isso, protegem da inflação os grandes investimentos e previdências para o longo prazo. No caso de necessidade de venda antecipada, o valor das notas pode ser menor ou maior do que na contratação delas — dependendo do preço dos títulos na ocasião.

Tesouro Prefixado LTN

A Letra do Tesouro Nacional (LTN) tem valor de R$ 1 mil para cada título no resgate, com taxa de juros conhecida na contratação. Então, a rentabilidade vai de acordo com o prazo de vencimento.

Atualmente, há opções de vencem em 2019 e 2023. Quem compra a primeira paga pouco mais de R$ 800 e recebe R$ 1 mil no resgate. Já quem investe para o prazo maior recebe percentual de rendimentos mais alto, pagando aproximadamente R$ 520 pelo título e resgatando os mesmos R$ 1 mil.

Diferença dos títulos públicos com juros semestrais

Até agora abordamos apenas as opções do Tesouro que pagam rendimentos com o capital no vencimento ou no resgate antecipado. Porém, há notas que pagam a rentabilidade semestralmente, como adiantamento dela referente a cada seis meses.

Isso serve como proteção para o caso da venda antecipada. Mas, por outro lado, cada pagamento semestral é tributado pelo Imposto de Renda. Então, os rendimentos periódicos vêm com despesa e, caso sejam reinvestidos, são um pouco defasados.

Já os títulos sem recebimentos semestrais apenas são tributados no vencimento ou na venda. Por isso, geram menos imposto, pois a alíquota do IR diminui conforme o tempo de recebimento da rentabilidade aumenta.

Na modalidade semestral, temos:

  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais: cuja rentabilidade é composta por uma taxa de juros pré-fixada mais a variação da inflação conforme o IPCA;
  • Tesouro prefixado com juros semestrais: com porcentagem de rendimentos acordada no momento da compra.

Agora, você conhece a diferença dos títulos públicos e pode escolher o mais adequado a seus objetivos. E, se ainda tiver alguma dúvida sobre o Tesouro Nacional e outros investimentos, deixe um comentário!

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