Passo a passo: como escolher um fundo de investimento

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63651-passo-a-passo-como-escolher-um-fundo-de-investimentoEm algum momento da sua vida você já teve interesse em saber como escolher um fundo de investimento? Ao contrário do que pensam algumas pessoas, não é preciso disponibilizar de grandes quantias para esse tipo de aplicação.

Com a poupança rendendo cada vez menos, essas aplicações acabam sendo uma opção para pequenos investidores. Se você tem dúvidas ou não sabe como escolher um fundo de investimento, acompanhe o nosso post que vamos te ajudar!

Você sabe o que é um fundo de investimento?

Fundos de investimentos são um meio para que grupos de pessoas invistam em diversos produtos, com receitas e despesas divididas. Os fundos são distribuídos em cotas e a participação de cada pessoa será de acordo com o número de cotas que ela possui.

Quais são os tipos de fundo de investimento?

Fundos de Curto Prazo

São produtos indexados ao CDI (Certificados de Depósitos Interbancários) emitido pelos bancos e à Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) que negocia títulos públicos. Eles acompanham a variação das taxas de juros e investem em títulos públicos federais prefixados ou privados de baixo risco. Além disso, possuem alta liquidez diária e você pode resgatá-lo antes do prazo médio da carteira (mínimo de 60 dias) com rentabilidade proporcional. O lado negativo é que o Imposto de Renda não decai tanto nesta aplicação. Enquanto em outros fundos, o IR cai até a alíquota de 15%, dependendo do prazo, nos fundos de curto prazo o mínimo de imposto é 20% do rendimento. 

Fundos Referenciados

São títulos considerados de baixo risco e têm um prazo de vencimento maior, por isso o retorno também é mais atrativo. Dos seus ativos, 95% seguem um parâmetro específico, o benchmark, que é um instrumento utilizado para comparar a rentabilidade entre os diversos investimentos disponíveis. Pode ser o CDI ou índices de inflação, por exemplo. São considerados seguros por estarem atrelados aos títulos públicos federais e aos privados de renda fixa.

Renda Fixa

Investem, no mínimo, 80% dos seus recursos em renda fixa de baixo risco, seja ela formada por títulos prefixados (com taxa de juros previamente combinada) ou pós-fixados (em que a rentabilidade muda conforme algum índice). Também podem ser pós-fixados. Sua rentabilidade independe das oscilações do mercado e são a preferência dos investidores que querem manter o poder de compra em moeda nacional.

Multimercados

São fundos que alocam seus recursos em diversos ativos e combinam com investimentos que dependem do comportamento futuro de outros mercados. Por ser um fundo de risco alto, recomenda-se a assessoria de um gestor experiente que combine a aplicação de recursos em diferentes mercados e invista no momento certo.

Ações

Devido à volatilidade do mercado e à instabilidade do setor acionário, o risco é alto. Os chamados fundos passivos seguem a oscilação das ações, já os ativos são fundos em que o gestor toma decisões a partir da análise da macroeconomia ou da atuação das empresas.

Como escolher um fundo de investimento?

1. Planeje

Se você já possui uma reserva aplicada em poupança, vale a pena transferir o montante para um fundo de investimento mais rentável.

2. Tenha uma conta em um banco

Abra uma conta bancária e transfira o dinheiro para o fundo escolhido. As corretoras de valores oferecem fundos com custos mais baixos, portanto, pesquise bastante antes de decidir.

3. Avalie o seu perfil

São três diferentes tipos de perfis de investidor. Veja cada um deles e descubra qual é o seu:

  • Conservador: busca mais segurança do que rentabilidade, por isso, prefere investir em fundos de renda fixa e de grande liquidez;
  • Moderado: é racional e aberto ao novo, mas precisa de um tempo para se sentir confortável com as mudanças. Prefere aplicar em fundos de renda fixa e os de multimercado, sempre buscando o equilíbrio;
  • Arrojado: visa maior rentabilidade e não se importa com riscos elevados, prefere investir em fundo de ações e renda variável.

4. Custos

Todo investimento sofre a incidência de taxa, por isso fique atento para que os custos não acabem corroendo a sua rentabilidade. A taxa administrativa do fundo influencia muito no resultado final.

5. Prazo

Considere que em apenas um ano um fundo de risco apresenta alta rentabilidade, mas o risco assumido é muito elevado. Já os Referenciados DI, o prazo é de 20 a 30 anos, oferecem menos riscos e podem ser uma boa escolha como complemento da aposentadoria.

Ao adquirir produtos e serviços, opte por investimentos que sejam compatíveis com a sua realidade. Afinal, nem sempre é possível reaver o que foi investido sem arcar com algum prejuízo.

Gostou das dicas? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário!

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