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Tesouro Direto lança novo simulador de investimentos

Nova ferramenta permite descobrir qual o melhor título indicado de acordo com o perfil, verificar quanto será resgatado no vencimento e planejar quanto investir

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Interessados em investir no Tesouro Direto passaram a contar nesta quinta-feira, 21 de setembro, com uma nova ferramenta. O site do Tesouro Direto turbinou seu simulador e agora é possível analisar qual o melhor título para investir, traçar cenários e descobrir quanto precisa investir para atingir algum objetivo ou mesmo ver quanto você resgatará em algum título após certo tempo.

A primeira tela do novo simulador do Tesouro Direto dá duas opções ao investidor. A pessoa pode responder algumas perguntas e saber qual título é o mais indicado de acordo com o seu perfil; ou simular o investimento em algum papel.

Ao escolher o título, o investidor pode fazer dois tipos de simulação. Opta por fixar o valor investido mensalmente para descobrir quanto receberá após algum tempo ou por estipular uma meta de quanto gostaria de resgatar no futuro e o simulador calcula quanto aplicar por mês. Se escolher projetar o resgate, o investidor pode ainda fazer o cálculo com um aporte único ou combinando um aporte inicial e parcelas mensais regulares.

O simulador do Tesouro Direto compara o desempenho do título com as principais alternativas de renda fixa do mercado, como caderneta de poupança, CDB, LCI/LCA e fundo DI. O simulador mostra tanto a rentabilidade bruta como a líquida (aquela em que já é descontada taxas e o Imposto de Renda). Também é possível mudar alguns parâmetros, como a taxa de custódia do título, a taxa de administração do fundo, a rentabilidade do CDB, entre outros.

Entenda o Tesouro Direto

O Tesouro Direto é o programa de vendas de títulos públicos do governo. É uma aplicação de renda fixa em que o investidor “empresta” dinheiro ao governo e resgata no vencimento o valor aplicado mais juros. O resgate pode ser feito também antes do vencimento (apesar de não ser indicado no caso de alguns títulos) e o valor mínimo da aplicação é de R$ 30. 

Atualmente, há três tipos de títulos disponíveis. O pós-fixado acompanha a variação da taxa básica de juros (Selic) durante o período de aplicação. No prefixado, a taxa é fixa. Assim, ao aplicar o investidor já sabe qual será a rentabilidade do papel independentemente dos movimentos do mercado. Há ainda os papeis de inflação, que pagam um juro fixo mais a taxa de inflação do IPCA no período da aplicação.

Você sabia que os investimentos deveriam somar pelo menos 15% da sua renda? Isso é o que diz a regra 50-15-35. Segundo a regra, 50% da sua renda deve ser voltada aos gastos essenciais (como aluguel, mercado, etc), 35% devem ir para despesas de lazer e estilo de vida e 15% para prioridades financeiras, ou seja, para pagar dívidas ou, caso esteja no azul, investir.

Ficou com dúvida sobre o investimento? Temos mais posts explicando o Tesouro Direto e outras aplicações:

– 5 fatores que influenciam o rendimento do Tesouro Direto

– Saiba em que investir: CDB ou Tesouro Direto?

– Os 4 primeiros passos para investir em renda fixa

Alta da Bovespa: ainda vale a pena comprar ações?

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comentários

 
 

Erotides Rodrigues da Costa comentou:

Muito boa essa informaçao

21/09/2017, 19:45

 

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