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Use o 13° para investir: 5 dicas para iniciantes

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Edição: Isabella Mello

Você conseguiu acumular uma boa reserva financeira ao longo do ano e, de quebra, ainda recebeu a segunda parcela do 13° salário no finzinho de dezembro – ela, aliás, é uma grande aliada das finanças nessa época! Depois de todo o foco para economizar, é claro que você quer dar o melhor tratamento à reserva que conseguiu. Nessa tarefa, pode contar com a nossa ajuda!

A chegada do 13° deve ser aproveitada de acordo com a sua situação financeira. Não existe um único destino para ele! Se você está com contas apertadas ou dívidas rolando, não deve hesitar em pagá-las ou tentar diminuí-las. Se esse não é o seu caso, investir para o futuro é a sua opção! Calma, tudo isso está bem explicadinho nesse post aqui: Dinheiro extra do 13°: investir ou quitar dívidas?

Falando assim, parece fácil, não é? Mas na hora de aplicar o seu dinheiro, surge uma grande dúvida: afinal, como escolher o melhor investimento? Por isso, o GuiaBolso criou um roteirinho com 5 dicas para quem está iniciando nesse universo. Te mostraremos que investir pode ser, sim, mais fácil do que parece!   

1. Avalie o seu perfil de investidor

Para saber como escolher o melhor investimento, o primeiro passo é descobrir qual é o seu perfil de investidor. Basicamente, existem três: o conservador, o moderado e o arrojado.

No primeiro caso, o investidor prioriza a segurança. Prefere ter lucros menores a correr o risco de sofrer algum prejuízo. Quem é conservador acaba escolhendo opções como fundos de renda fixa ou até mesmo a poupança, apesar de haver vários motivos para sair dela. Se você se identifica com esse tipo de perfil, nós indicamos trocar a caderneta pelo Tesouro Direto, um investimento seguro por ser totalmente garantido pelo Governo Federal!

No perfil moderado, o investidor aceita correr algum risco para obter ganhos um pouco melhores – são aqueles que arriscam mais que os conservadores, mas ainda têm um medinho. É o perfil de quem opta por fundos de investimento para diversificação ou mesmo títulos privados um pouco mais arriscados, por exemplo.

Já os investidores de perfil arrojado são aqueles que não têm medo de arriscar e, por isso, estão dispostos a apostar em alternativas com possibilidades de ganhos mais altos, como ações e câmbio, que apresentam oscilações muito grandes.

 

     Leia mais:

      + Teste: que tipo de investidor você é? 

      + Existe uma aplicação financeira mais segura?

      + 4 motivos para sair da caderneta de poupança 

 

2. Leve em consideração seus objetivos

Pode parecer óbvio, mas muita gente não leva isso em conta na hora de fazer seus investimentos. As perguntas a serem feitas são bastante simples: para que, afinal, você está investindo esse dinheiro? Qual é o objetivo que você quer conquistar com ele?

As respostas a essas questões ajudam a definir, por exemplo, o tempo de liquidez, ou seja, em quanto tempo o dinheiro ficará disponível para você.

Saber disso é fundamental, pois quem pensa em contar com o dinheiro para uma situação de emergência, por exemplo, não pode escolher um investimento cujo acesso ao montante só será possível após um prazo muito longo.

3. Conheça os tipos de investimentos mais comuns

Agora que você já sabe qual é o seu perfil de investidor e identificou melhor seus objetivos, é hora de colocar a mão na massa. Fundos de investimento– aqueles em que você coloca o dinheiro e um gestor fica encarregado de aplicar onde for mais válido dentro de uma seleção pré-determinada –  são uma boa opção para começar! Conheça alguns dos tipos mais comuns:

   – fundos de renda fixa, que investem, como o próprio nome diz, em títulos de renda fixa, que podem ser públicos ou de empresas. Fundos que focam em títulos públicos são considerados menos arriscados;

   –  fundos cambiais, ideais para quem quer investir em moeda estrangeira com pouco dinheiro. É interessante, por exemplo, se você pensa em fazer uma viagem ou intercâmbio daqui algum tempo;

   – fundos multimercado, cujos investimentos são diversificados, de acordo com a estratégia do gestor. Podem investir em renda fixa, ações, dólar e diversos outros ativos;

   – fundos de ações, uma alternativa para quem quer começar a investir nesse mercado com pouco capital;

   – fundos de debêntures, cujo objetivo é valorizar as cotas aplicando em debêntures – títulos de renda fixa de empresas privadas.

   – fundos imobiliários, que, como o nome diz, aplicam seus recursos no mercado imobiliário. Diferentemente dos demais fundos em que o investidor aplica comprando cotas no próprio banco onde é cliente, para comprar cotas de um fundo imobiliário é preciso estar cadastrado numa corretora, pois os títulos são registrados na bolsa. O investidor pode ganhar tanto pelo retorno do fundo (com alugueis ou venda de imóveis, por exemplo) quanto pela valorização da cota na bolsa.

 

     Leia mais:

      + Como funcionam os fundos de investimento? 

      + Quando comprar ações e como vendê-las

      + O que é LCA e como ele se difere do LCI?

      + 5 tipos de investimento para você conhecer

 

4. Entenda como o investimento funciona

Antes de bater o martelo, certifique-se de que você compreendeu bem a estratégia do investimento que está analisando e os aspectos práticos do seu funcionamento, especialmente no que diz respeito aos prazos de resgate e à rentabilidade.

Analisar todas as informações com calma antes de investir pode evitar que você cometa erros graves. Quer um exemplo?

Um investidor iniciante pode sentir-se atraído por um fundo que promete retorno a curto ou médio prazo. Apesar disso, se ele não considerar que esse tipo de investimento, normalmente, possui um grau de risco maior – indicado para perfis mais arrojados – pode levar um susto com o qual não estava contando.

Nesse caso, é preciso levar em conta se isso combina com o seu perfil e se você está disposto a correr os riscos. Essa tomada de decisão só é possível quando você está ciente de todas as variáveis do investimento.

5. Fique de olho na tributação

Na hora de escolher o melhor investimento, fique de olho também na tributação. Não se esqueça de que os impostos acabam reduzindo os seus rendimentos e, por isso, devem ser levados em consideração na hora de fazer a conta.

Alguns investimentos, como as debêntures de infraestrutura e as letras de crédito imobiliário e do agronegócio (LCI e LCA), são isentos de tributação. Os demais, geralmente, são tributados pela Receita Federal, mas de maneiras diferentes. Por isso, é importante se informar bem sobre as alíquotas antes de fechar negócio.

E aí? Já sabe o que pretende fazer com a segunda parcela do seu 13°? Se você está livre das dívidas e das contas atrasadas, use essas dicas para se aventurar no mundo dos investimentos. Provamos para você que pode ser bem mais fácil do que você imaginava, não é?

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