Como funciona um seguro de vida? Vale a pena?

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Edição: Isabella Mello

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É impossível que durante a nossa trajetória de vida alguns riscos não sejam experimentados. Sabemos que ninguém gosta de pensar na possibilidade de o pior acontecer, mas, mesmo se você for uma pessoa muito cuidadosa, imprevistos acontecem, o que pode resultar em algo que não gostaríamos.

Para evitar que situações inesperadas e desagradáveis, como uma grave doença ou um acidente, comprometam a segurança de tudo aquilo que você conquistou e o bem-estar da sua família, contratar um seguro de vida pode ser o melhor caminho. Afinal, é melhor prevenir do que remediar, não é?

Você pode aproveitar este início do ano, tradicional momento de organização das finanças, para incluir o serviço no planejamento dos próximos meses! Pensando nisso, elaboramos um guia que te ajudará a entender um pouco mais sobre esse tipo de seguro e já avaliar a sua contratação. Confira!

 

O que é um seguro de vida?

O seguro de vida é um serviço que te protege contra perdas específicas, determinadas no momento de contratação. Ele consiste no pagamento de uma indenização que ameniza a crise financeira que normalmente acompanha eventos fatais ou outras ocorrências graves, mas que não tenham levado à morte.

Ele pode ser destinado a uma ou mais pessoas e oferece várias opções de cobertura, mas tudo isso depende do plano contratado – os preços a serem pagos mensalmente variam de acordo com o plano, por isso, na hora de fechar negócio, avalie qual seguradora tem a melhor oferta diante do quanto você pode pagar!

Ao fechar um contrato, a seguradora garante que vai proteger financeiramente a sua família, ou quem sejam seus dependentes, caso aconteça algo inesperado e que interrompa a sua renda.

 

De que modo funciona um seguro de vida?

Os seguros de vida estão divididos em planos com diferentes coberturas, assim como acontece com seguros de viagem e convênios médicos. Quanto maior for o grau de risco escolhido pelo usuário, ou seja, a quantidade de situações estabelecidas e os perigos relacionados a elas, maior será a mensalidade exigida pela seguradora.

Esse pagamento mensal é denominado prêmio. Conforme for o seu recebimento pela empresa, é realizada uma reserva, que representará a indenização do segurado quando o serviço for acionado.

A notícia boa é que o prêmio pago pelo contratante é livre de Imposto de Renda. Apesar disso, todas as seguradoras devem ser reguladas e fiscalizadas pelo Sistema Nacional de Seguros Privados (CNSeg), para garantir a segurança do dinheiro de quem contratou o serviço.

Geralmente, o contrato não estipula obrigações apenas para a empresa, mas também para o contratante. Assim, o segurado compromete-se a:

      pagar o prêmio;

     – não executar os riscos que não são cobertos pelo seguro;

      comunicar a seguradora sempre que ocorrer algum imprevisto;

      notificar a companhia se já tiver outro seguro contratado.

 

É importante saber que o seguro de vida não é apenas válido para casos de morte, mas também funciona em situações de doença grave e invalidez, já que podem comprometer a fonte de renda familiar.

Outra motivação para contratar um seguro é em caso de empréstimo firmado com banco. Nessa situação, é a instituição financeira que exige que um seguro seja feito para garantir o pagamento do crédito. Empréstimos de grande porte, contratados, geralmente, para a compra de bens, como casas, costumam trabalhar sob essa condição. O seguro para esse caso é temporário, mas pode ser renovado até o término do empréstimo. Vale lembrar que as parcelas tendem a ter um valor reduzido a partir do momento em que o seguro é firmado.

 

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Qual o valor ideal do seguro de vida?

Mesmo que você seja do tipo que gosta de viver a vida sem pensar no amanhã, é bom lembrar que o seguro de vida é, na verdade, uma segurança para aqueles que dependem de você.

Caso ocorra um acidente que te deixe inválido, ou que resulte em falecimento, o dinheiro arrecadado pelo seguro poderá certificar que os seus dependentes se manterão bem e conseguirão lidar com as despesas sem passar por necessidades, pelo menos durante o tempo necessário para procurarem por outra alternativa de renda.

Sabemos que não é tão fácil imaginar qual seria o valor ideal da indenização, mas calcular o impacto que a sua ausência causaria no dia a dia dos seus dependentes é uma boa dica para se aproximar dele. Se você for a única fonte de renda da família, é justo que você considere que levará um tempo até que outra pessoa se insira no mercado de trabalho. Nesse caso, calcular de cinco a dez anos do seu salário pode ser um bom volume de indenização. Por outro lado, se outra pessoa também já contribui financeiramente com as despesas da casa, esse valor pode ser menor.

Outra dica é pensar no estilo de vida de sua família e nas características pessoais de seus filhos para calcular por quanto tempo eles precisariam dessa ajuda. Se você já tem uma reserva, ela também deveria entrar na conta já que também é um colchão para você e sua família viverem por um tempo.

 

Você já se planejou para incluir o seguro de vida no seu orçamento? Ou antes disso, já possui uma reserva para emergência? Se não tem, neste post te damos algumas dicas de como começar essa reserva.

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