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Na busca por um aluguel barato? Nós te damos o caminho

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Texto escrito em parceria com a equipe da Imobiliária Frias Neto e o economista, especialista em finanças pessoais, Alexandre Prado.

 

Encontrar o lugar ideal, na hora certa e a um preço justo não é uma tarefa exatamente fácil. Não basta pesquisar e esperar que a melhor opção apareça (ela não vai cair do céu!). A melhor saída é saber o terreno em que está pisando: administrar bem as finanças, identificar suas possibilidades de gastos e somente depois disso buscar uma locação que caiba no seu orçamento.

Para facilitar essa missão, selecionamos algumas dicas que te ajudarão a buscar pelo imóvel perfeito de maneira mais certeira. Confira!

 

Descubra quanto você pode pagar por mês

Este primeiro item pode parecer óbvio, mas muitas pessoas simplesmente não sabem o quanto da renda têm disponível para comprometer com o custo de moradia por mês. Por isso, o primeiro passo é conhecer o seu orçamento.

É fundamental adotar uma planilha para ter esse controle em suas mãos. Ela pode ser manual (em um caderno ou no famoso Excel), mas sabemos que apenas 2% das pessoas conseguem mantê-la. Para não correr o risco de deixá-la de lado, você pode contar com a ajuda de uma ferramenta de controle financeiro automático, como o aplicativo GuiaBolso, que puxa as suas transações em 2 minutos e as categoriza.  

Com todos os seus ganhos e gastos anotados, você consegue ter noção de quanto pode reservar para o aluguel todo mês, sem correr o risco de comprometer alguma outra despesa necessária.

Você deve ter em mente que os gastos totais com a locação (aluguel mais as contas básicas como água, luz e telefone) não devem ultrapassar 30% da sua renda. Caso eles não estejam dentro dessa meta, essa provavelmente não é a melhor opção para você!  Vale a pena procurar por um imóvel mais adequado ao seu bolso.

 

Estabeleça quais são as prioridades na escolha 

Talvez seja necessário estabelecer prioridades para conseguir alugar um imóvel mais em conta. Optar por um lugar menor, mas no bairro desejado, por exemplo, pode reduzir o valor e viabilizar a locação. Quem sabe, um imóvel sem todas as facilidades e opções de lazer não seja a melhor decisão em um primeiro momento?

Você deve ter conhecimento de que, normalmente, quão mais completa é a infraestrutura do imóvel e do empreendimento, mais caro costuma ser o condomínio. E se o momento é propício para reduzir os gastos, então essas considerações devem ser levadas à sério.

 

Pesquise de acordo com o seu filtro

Uma vez definido o perfil do imóvel desejado, o próximo passo é a pesquisa na internet. Dica importante: relaxe! A empolgação pode te levar a um caminho bem errado e deixar cada vez mais distante o encontro com o lugar perfeito.

Por isso, ao iniciar sua procura pela internet, já coloque todos os filtros de acordo com as prioridades que você estabeleceu e o preço que estipulou, para não se distrair e gastar tempo com aqueles que não estão dentro das suas condições.

De forma geral, ao pesquisar imóveis online as propriedades são, por padrão, listadas por “mais caros”. Por isso, se você procura por um aluguel acessível, tome como hábito clicar para classificar por “mais barato”, assim, você sempre verá primeiro as casas e apartamentos com valor menor.

Após uma boa pesquisa, selecione cinco ou seis imóveis que mais agradaram e se enquadram dentro das possibilidades. 

Não se esqueça de considerar, além do aluguel em si, os gastos a ele relacionados, como condomínio, IPTU, taxas e a garantia exigida pelo proprietário – esquecer deles é a entrada para uma furada! Sair para visitar o imóvel sem ter todos estes dados à mão também pode ser perda de tempo.

 

Considere dividir os custos do aluguel

Uma possibilidade comum, principalmente para as pessoas solteiras, é dividir a locação com mais alguém. Há o lado negativo de ter que conviver e dividir os cômodos da casa com outra pessoa, mas por outro lado, pode ser a melhor alternativa para economizar e, quem sabe, planejar a compra de um imóvel no futuro.

Se este for o caminho, a relação deve ter regras claras no que tange aos gastos da casa: todos as despesas gerais (locação, condomínio e os demais que já citamos, além de luz, gás, água, manutenção e limpeza) devem ser divididos igualmente pelos moradores. É recomendável também estabelecer quem será o responsável pela efetivação dos pagamentos. Caso isso não ocorra, uma conta poderá deixar de ser paga porque um pensou que o outro tinha pago e isto não aconteceu.

 

Tendo em mente as dicas acima, você já está preparado para partir para a prática. Identifique o imóvel que cabe no orçamento e seja feliz!

     

      Leia também: 

      + Reduzir aluguel: 6 melhores práticas para te ajudar

      + Comprar ou alugar imóvel: o que é melhor? 

      + Quais investimentos de baixo risco valem a pena?

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