Bolsa continua sem força na batalha dos investimentos

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Por Isabella Mello

Como reflexo da Taxa Selic em nível muito baixo (6,5% ao ano, como foi determinado em maio) e do aumento de preços provocado pela paralisação dos caminhoneiros no mês passado, aplicações em renda fixa perderam força e apresentaram menores rendimentos. Esse foi o caso da poupança, dos CDBs, Fundos de Investimento simples e de alguns títulos públicos que acompanham a taxa de juros, alguns dos piores investimentos de junho.

Se você investe nessas opções, o importante é não se assustar! A alta da inflação foi um evento pontual e, provavelmente, vai cair agora em julho. Então, recomendamos que você não altere seus investimentos apenas com base nos resultados de junho.

Mesmo com essa queda nos rendimentos atrelados à taxa de juros Selic, quem ficou na lanterninha do ranking foi a Bolsa. A incerteza frente às eleições de outubro e os efeitos da greve dos caminhoneiros fizeram com que ela tivesse queda de 5,2%. E tem que ter paciência, viu? Especialistas acreditam que a Ibovespa só irá se recuperar quando a disputa eleitoral estiver mais definida.

Por isso, o interessante agora é a compra gradativa e parcial da carteira de ações.

Já na outra ponta do ranking, quem se destacou foi o dólar. Assim como nos dois últimos meses, ele apresentou os melhores rendimentos, principalmente, em virtude da possibilidade de aumentos dos juros nos Estados Unidos, o que favorece a retirada da moeda internacional do Brasil.

Com isso, os fundos cambiais continuam como boas opções de diversificação de portfólio, como uma forma de seguro para investidores com perfil conservador e moderado, com visão de longo prazo.

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