#MeGuia: 4 cuidados na hora de pegar um empréstimo

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Por Anna Rachel Ferreira

E aí, vamo falar sobre dinheiro?

Já falamos por aqui sobre quando vale a pena pegar um empréstimo e hoje vamos falar sobre outra coisa muito importante: o como. Saber como vai evitar que entre em futuras enrascadas e te ajudar a escolher o melhor empréstimo pra você. Então, vamos lá!

  1. Cuide do seu score de crédito
    Isso é pra todo momento, mesmo que não esteja precisando de empréstimo, tá? Ele é a nota que você tem no mercado como pagador. Quanto mais certinho você paga suas contas, maior a sua nota e melhores são as condições de empréstimo pra você. Pensa num colega que pede dinheiro emprestado. Se você sabe que ele paga tudo em dia e não deixa ninguém na mão, você imagina que não corre muito risco de levar calote dele, certo? Os bancos e financeiras pensam igual e costumam dar menores taxas a esse tipo de pessoa. Já pra aquele teu amigo enrolado que vive entrando em dívidas o tempo todo, você vai pensar duas vezes antes de emprestar, né? Pois bem, bancos e financeiras também e, por correrem mais risco de não receberem, costumam aumentar a taxa de juros e dar uma dificultada na vida dessa pessoa. Ou seja, faça todo o possível pra manter seu score de crédito com boa nota.
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  2. Se posicione como cliente
    Eu sei que a gente usa a expressão “pedir empréstimo” e já sente como se o banco ou financeira estivesse nos fazendo um favor. Eles não estão. Então, nada de se sentir envergonhado ou se tremendo todo por “pedir” um empréstimo. Quando você pega um empréstimo com alguém, você paga por esse serviço. Logo, você está consumindo um produto como qualquer outro. Ou seja, as empresas querem mais é que você pegue o produto com eles mesmo. Use isso a seu favor! Não precisa sentir vergonha, baixar a cabeça ou aceitar qualquer proposta porque você está precisando. Acredite: o gerente na sua frente também está precisando vender esse produto.

  3.  Fique de olho na CET
    No mundo financeiro, essa sigla significaCusto Efetivo Total e é a soma de todas as taxas, tributos, tarifas e seguros que serão cobrados na compra de um produto financeiro e que, geralmente, estão bem escondidinhas nas letras miúdas do contrato. No caso do empréstimo, algumas taxas que podem aparecer são: taxa de juros, taxa de análise de crédito, tarifa de abertura de cadastro, outras taxas administrativas e o imposto sobre operação financeira (IOF). Mas, calma, se você sabe o valor do CET nem precisa ficar calculando e somando uma por uma! Pra saber o valor é bem fácil, ele está obrigatoriamente escrito no contrato de empréstimo.Tá difícil de achar? Pede pro gerente te mostrar. Desse jeito, você não vai ser pego de surpresa na hora que começarem a chegar os boletos dos pagamentos.

  4. Calcule o valor das parcelas
    Às vezes, a gente olha pras taxas e pensa: “Parece pequena. Bora assinar contrato”. Mas, nem sempre elas vão resultar em parcelas que cabem no seu orçamento. Antes de fechar um empréstimo, vai lá no seu planejamento, coloca todos os seus gastos fixos e diminui do quanto você costuma receber. Assim, você consegue ver direitinho até quanto dá pra pagar por mês sem você se enrolar em dívidas. Sabendo esse valor, compare as parcelas das simulações que fez com pagamento pro mesmo período de tempo. O ideal é contrapor ofertas de uns três lugares diferentes pra você ter uma boa amostra das suas possibilidades. Depois sim, escolha a opção que funciona melhor pra você. 😉

Guarda essas dicas com carinho e use todas elas pra arrasar na hora de pegar um empréstimo, combinado?

Ah! E não esquece de ficar de olho no conteúdo do #MeGuia aqui no blog porque ainda vai ter muita dica boa sobre empréstimo e outros temas importantes pra você e pro seu bolso.

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