4 ideias erradas para reduzir gastos

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Todo mundo quer reduzir gastos. A prática de corte de custos é a saída para quem está com o dinheiro apertado ou, simplesmente, deseja poupar para realizar um sonho ou apenas ter uma reserva.

O fato é que a redução de custos sempre se reverte em benefícios para quem consegue diminuir despesas de forma estratégica. Por outro lado, o corte vai ser desfavorável quando o contexto financeiro for mal avaliado e as escolhas prejudicarem o equilíbrio orçamentário, gerando, em alguns casos, mais gastos do que cortes.

Quer economizar? Então faça isso do jeito certo! Confira 4 equívocos na hora de reduzir despesas:

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Cortar o essencial

É inevitável manter alguns gastos, mesmo quando eles parecem não ter um retorno prático imediato. Antes de abrir mão de qualquer forma de seguro, seja de saúde, automóvel ou residência, avalie o quanto pode ser impactante o gasto inesperado em qualquer uma dessas condições. Se esse custo estiver pesando muito no orçamento, vale a pena buscar readequação ou de seguradora ou de plano, como no caso da assistência à saúde. Negociar uma condição melhor com a seguradora também é uma opção.

A regra vale para outras situações em que o corte exclui um benefício fundamental, como a escola dos filhos, por exemplo. Antes de mudar de instituição de ensino, estude todas as possibilidades e leve em consideração a adaptação e a qualidade do ensino e como a mudança pode afetar o aprendizado. Valendo a pena, tente permanecer na mesma instituição, buscando desconto ou estimulando as crianças a conquistarem bolsas de estudo. Reduzir custo com material escolar, pesquisando bastante os preços antes da compra, pode minimizar um pouco o impacto no orçamento.

Lembre-se: antes de optar pelo corte, pondere vantagens e desvantagens dessa escolha.

 

Tirar da poupança

Se você mantém o compromisso de reservar uma quantia todo mês e depositar na poupança, evite descumprir com esse propósito. A poupança, além de valer como uma reserva importante em momentos difíceis, é um caminho para conquista de sonhos importantes. O problema é que quando as coisas apertam esse é um dos comprometimentos que é deixado de lado. Em pouco tempo, aquela previsão vai perdendo força e logo os objetivos morrem. Depois será necessário recuperar o fôlego e começar tudo do zero.

Vale a pena? É importante fazer essa pergunta. Avalie todas as possibilidades antes de quebrar o compromisso com a poupança, previdência privada ou qualquer outra modalidade semelhante.

 

Pagar juros excessivos

Você sabe o quanto paga de juros por mês? É importante atentar para esse custo, que fica um pouco de escanteio, mas é significativo. Apure quais são as taxas de juros aplicadas ao cheque especial, cartão de crédito e outras modalidades bancárias. Pode parecer difícil em um primeiro momento, mas vale a pena cortar algumas formas de crédito, como o cheque especial e o cartão de crédito, que têm taxas elevadas.

O mesmo vale para as compras. Evite parcelar quando for necessário pagar taxas de juros. Prefira poupar um pouco e depois comprar à vista – o que garante, muitas vezes, descontos. Fugir dos juros vai ajudar bastante no corte, sem prejudicar tanto em outras áreas.

 

Excluir completamente o lazer

Na hora de reduzir custos, mudar o pacote da TV por assinatura e evitar gastos com lazer frequentes são ótimas formas de reduzir gastos. Cortar tudo, no entanto, é exagero. Antes de definir cortar todos os gastos com lazer, faça um cálculo de tudo que é gasto por mês com passeios, diversão e entretenimento. É possível reduzir esses gastos pela metade? Geralmente, sim.

Procure ir ao cinema nos horários e dias mais baratos, por exemplo. Fazer escolhas que levem em consideração o melhor custo-benefício também é uma ótima saída. Enfim, é possível manter o lazer, reduzindo os gastos. O melhor caminho para conseguir isso é avaliando primeiro os gastos e buscando um corte que atenda às suas necessidades, tanto financeiras quanto de lazer.

Seja estratégico nas suas escolhas para não vai errar!

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