5 erros que as pessoas cometem ao organizar suas contas pessoais

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A vontade de acertar é grande, mas um simples erro ou uma decisão mal tomada pode fazer desandar as suas finanças. Por isso listamos os 5 erros mais comuns na organização da vida financeira.

Fique de olho neles e faça o possível para não cometê-los, afinal, organizar as finanças pessoais requer interesse e planejamento, e acima de tudo, muita atenção e disciplina.

Deixar de anotar os pequenos gastos

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Já está mais do que comprovado que a melhor dica para organizar as finanças é anotar todos os gastos. Parece radical, mas essa medida educativa evita surpresas no final do mês, pois anotar as saídas diárias mantém as pessoas conscientes do que já gastaram e do que ainda podem gastar. Além disso, quem possui esse hábito, dificilmente fará a típica pergunta “onde foi parar meu salário?”. A resposta está nos mínimos detalhes, que só podem ser revelados a partir das anotações, já que a memória nem sempre dá conta do recado.

Não planejar os outros gastos

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Os gastos essenciais normalmente fazem parte do planejamento financeiro, mas gastos com bar e restaurante, cuidados pessoais, lazer dificilmente entram na planilha. Isso acontece porque muitas pessoas não resistem à tentação das promoções e acabam comprando por impulso.

De inofensivos sapatos novos a viagens parceladas em várias vezes, as finanças acabam descontroladas por falta do chamado consumo consciente. Para evitar que isso aconteça com você, sempre planeje antes de fazer novas aquisições.

É importante encontrar o equilíbrio entre o que você precisa e o que deseja ter. Isso não significa que você não pode investir em itens de lazer, entretenimento, tecnologia e moda. Isso só quer dizer que esses gastos devem estar previstos no seu orçamento.

Gastar mais do que ganha

Manter um padrão de vida que demanda mais dinheiro do que de fato se tem é um grande perigo para a organização das finanças. Nesses casos, por mais que os gastos sejam anotados, a conta nunca vai fechar, já que as saídas são maiores que as entradas. O risco a médio e longo prazo é ficar muito endividado e entrar em uma grande bola de neve.

Para mudar essa situação, o primeiro passo é ter força de vontade. O segundo é anotar tudo que gasta, o terceiro é eliminar os gastos não essenciais e o quarto é controlar o uso do cartão de crédito.

Misturar os gastos pessoais com os gastos da empresa

Há uma prática comum entre micro e pequenos empresários: misturar as finanças da empresa com as finanças pessoais. Isso desorganiza o orçamento de ambas as partes e cria uma relação prejudicial de dependência.

A receita da empresa é usada para arcar com as aquisições pessoais do empreendedor e vice-versa. Para completar esse quadro desastroso, o “empréstimo” sempre vem acompanhado da promessa do “amanhã eu reponho”! Isso impede de saber até que ponto o negócio é lucrativo e qual a real situação econômica do proprietário.

O correto é que o empresário estabeleça retiradas mensais e mantenha um padrão de vida compatível com esses ganhos.

Aprenda a separar seus gastos pessoais dos gastos da empresa: http://goo.gl/2ylScY

Abrir mão da reserva financeira

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Todos estão sujeitos a imprevistos e emergências, incluindo as demissões, problemas de saúde e acidentes. É nesse tipo de situação indesejada que ter uma reserva financeira faz toda diferença e pode amenizar, ao menos em parte, as consequências do problema.

Abrir mão de ter um fundo de emergência pode acarretar uma desordem total nas finanças. No mais comum dos casos, se a pessoa não possuir essa reserva pessoal, acaba recorrendo a empréstimos com terceiros e se sujeitando muitas vezes ao pagamento de altas taxas de juros.

Controlar as finanças pessoais não é estimar gastos, mas sim saber usar o dinheiro que se tem, utilizando-o para o que é essencial, sem deixar de lado as coisas boas da vida!

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