Alternativas para financiar sua educação

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juros e encargos da mesma forma que qualquer outro empréstimo – mas apresentam muito mais facilidades.
O mais comum e popular deles é o Programa de Financiamento Estudantil (Fies) do Governo Federal, que desde 2010 já firmou mais de 598 mil contratos pelo Banco do Brasil S/A e a CEF. Para 2013 a expectativa é de 400 mil contratos firmados. Se por acaso não conseguir por aí, não desanime, há alguns bancos e instituições que oferecem financiamento estudantil, apesar de as condições não serem tão boas.
O Fies deve ser fechado diretamente com a instituição de ensino e, desde que novas regras foram implantadas em 2010, ele ganhou mais maleabilidade e facilidades de pagamento. Desde então ele pode ser pedido em qualquer período letivo e os juros foram reduzidos a 3,4% ao ano, com o prazo de carência expandido para 18 meses e o de amortização para três vezes o período financiado mais 12 meses.
Para determinar a amplitude do empréstimo – que pode cobrir entre 50% e 100% dos encargos com o ensino superior – são levadas em consideração a renda familiar mensal bruta (com teto de 20 salários mínimos) e o comprometimento dessa renda com o pagamento das parcelas.
Para conseguir o financiamento estudantil algumas regras devem ser observadas por parte do candidato, que devem ter realizado o Enem e, uma vez matriculado regularmente nos cursos de graduação de instituições filiadas ao Fies, deve também ter avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação de Educação Superior, o Sinae.
Caso não seja aprovado o financiamento do governo, há instituições particulares que o fazem, como os bancos Itaú, HSBC e Bando Bradesco S/A, por exemplo, que são conveniados a algumas universidades, mas como cada um tem suas próprias taxas e prazos, as condições devem ser muito bem analisadas e ponderadas , individualmente. Uma dica é anotar tudo e levar para casa sem pressa, comparando e vendo qual a que oferece mais vantagens.
Em tempos de declaração do Imposto de Renda, é bom lembrar que os gastos com estudos são dedutíveis, portanto também o são os pagamentos à instituição de ensino ainda que feitos parcial ou totalmente com o dinheiro do financiamento estudantil público ou privado. Se este, no entanto, for contratado após o término do curso, como forma de amortização da dívida, ele não é dedutível do IR.]]>

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