Ano novo, vida nova: o que você fez com suas finanças em 2017 que não vai repetir em 2018

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por Isabella Mello
Você também pode ouvir esse texto! Confira:

Início do ano carrega sempre uma vontade de começar tudo do zero e deixar para trás aquilo que te fez mal no ano anterior. Aproveite este início de janeiro para rever suas amizades, dar um “chega pra lᔠem tudo aquilo que te consome e nada acrescenta e, por que não, começar com o pé direito as suas movimentações financeiras de 2018.
Começar a economizar é ótimo, mas, para que isso se torne hábito, é preciso eliminar algumas atitudes. Só assim você terá o sucesso financeiro que não conquistou em 2017. Como? Fizemos uma lista onde te mostraremos os erros mais comuns cometidos no último ano e que você não pode, de jeito nenhum, cometer em 2018! Afinal, ano novo, vida nova, certo? Confira:
 

1. Não ter controle do seu orçamento

Ter pleno conhecimento de sua renda e de todos os seus gastos mensais é fundamental para não cometer grandes erros financeiros e se complicar com dívidas.
Talvez você esteja se vangloriando por não ter esse planejamento e, mesmo assim, não ter se enrolado em dívidas nos últimos anos. O grande problema é que, caso suas despesas se multipliquem em 2018 – com a compra de um carro novo, apartamento ou uma viagem, por exemplo –, ficará bem complicado manter as contas no azul. E, sem um controle, você nem saberá para onde o dinheiro está saindo.
Com a renda e os gastos anotados, é mais fácil encontrar as despesas mais pesadas e decidir onde é possível economizar. Assim, dá até para se planejar para alcançar objetivos maiores – que tal ter como meta de ano novo conquistar um de seus sonhos? ?
Para esse controle, você pode escolher uma planilha manual (o famoso Excel ou mesmo caderninho), mas somente 2% das pessoas conseguem manter esse tipo de planilha atualizada. O aplicativo do GuiaBolso pode te ajudar a ter esse controle de forma muito mais fácil! É só cadastrar a sua conta do banco que ele categoriza, em menos de 2 minutos, todas as suas despesas para você. Se tiver mais de uma conta, não tem problema. Dá para cadastrar todas!
 
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2. Investir apenas na poupança

Ter uma quantia guardada é motivo para comemorar. Se você seguiu as nossas dicas ao longo do último ano e conseguiu manter uma reserva de dinheiro, deve dar a ela o tratamento certo para que realmente te traga um retorno significativo.
Nada de se contentar com a poupança, combinado? Outros investimentos, como o Tesouro Direto, possuem risco tão baixo quanto ela e um rendimento maior, mesmo com a queda recente da taxa de juros básica Selic.
 

3. Não se preocupar com reserva de emergência

Um conserto no carro, a perda do emprego ou gastos extras com remédios podem comprometer todo o seu planejamento financeiro caso você não tenha uma quantia reservada para gastos inesperados. Por isso, manter uma reserva de emergência é tão necessário quanto preocupar-se em poupar para investir. Aliás, a reserva de emergência deveria ser o destino das primeiras economias que você conseguir juntar. É indicado ter, no mínimo, o equivalente a 6 meses de gastos reservado. 

 

4. Não ter o pagamento de contas como prioridade

O erro mais grave é deixar para pagar as contas básicas no final do mês, depois de já ter feito a festa com o seu salário. Para não correr o risco de não ter mais dinheiro sobrando quando for acertar as despesas, programe-se para pagá-las assim que receber. Faça isso também com seus investimentos. Ou seja, aplique logo que receber o salário. Assim, você passará a contar para o lazer e outras despesas extras somente com o dinheiro restante  após o pagamento das prioridades. Aliás, ter prioridades estabelecidas é crucial!
 

5. Usar e abusar do cartão de crédito

Que o cartão de crédito pode quebrar o galho em momentos de aperto não é segredo para ninguém, mas o que muitas pessoas esquecem é que ele também pode colocá-las numa fria! Ao fazer o pagamento dessa maneira, é muito fácil perder a noção do quanto realmente está disponível no banco e, assim, gastar muito mais do que deveria. O que você deve ter em mente é que se você não pagar a fatura poderá entrar no rotativo do cartão, cujos juros são uns dos mais altos. Então, prefira pagamentos à vista e usar o crédito com moderação e planejamento!
 

6. Não estabelecer metas

Sabe aquela famosa “meta de Ano Novo”? Ela também é tão importante para as suas finanças! Aqui não estamos falando apenas de sonhos e grandes objetivos a serem alcançados – claro que uma viagem dos sonhos ou um curso que você sempre quis fazer também devem entrar no seu planejamento. Mas é ideal estabelecer quanto da sua renda será comprometido pelas despesas básicas e quanto deverá ser economizado, por exemplo, para que você não corra o risco de gastar desnecessariamente muito mais do que poderia.
A regrinha do 50 – 15 – 35 é ideal para te orientar na hora de planejar suas metas financeiras ou mesmo saber se não anda exagerando em alguma categoria de gastos. Aqui explicamos direitinho como ela funciona:
 

 
Seguindo essa lista, você estará preparado para fazer sucesso em 2018! 
Divida com a gente aqui embaixo quais são os planos para as suas finanças neste novo ano. Nós adoraríamos saber! 

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