Juros caíram! Agora a poupança vale a pena?

montanha russa

banner-mktplacedireto-2 Por Isabella Mello Em 1861, D. Pedro II já estimulava aplicações na poupança. Fácil de investir, acessível a todos e segura: esses foram os atributos usados pelo imperador e que conquistaram milhões de fãs dessa modalidade. Da época da coroa até hoje, a poupança tem se mantido como parte da vida financeira da maioria das famílias brasileiras, mas não se engane: isso não quer dizer que ela ainda seja um ente tão querido. A cada ano, com a popularização da educação financeira, a queda da sua rentabilidade e o surgimento de outros tipos de investimento, mais gente tem optado por retirar o dinheiro da poupança e aplicá-lo em outros fundos, que mostram retornos mais vantajosos e, muitas vezes, também seguros. Mas a pergunta que não quer calar: por que a poupança não é mais tão atraente? A resposta é bem simples: a taxa básica de juros, famosa Selic, é quem determina a rentabilidade da poupança atualmente. Como ela está cada vez mais baixa, o rendimento da caderneta também!

Pra você ficar ainda mais por dentro, olha só como essa rentabilidade é calculada:  Quando a meta da taxa Selic for igual ou menor que 8,50% ao ano: 70% da meta da Taxa Selic anual + Taxa Referencial

Quando a meta da taxa Selic for superior a 8,50% ao ano: 0,5% ao mês + Taxa Referencial (TR)

Voltando pro contexto atual… A meta da Taxa Selic hoje em dia está em 6,5% ao ano, ou seja: é baixa! Por isso, temos que usar o primeiro cálculo ali de cima. Então quer dizer que é melhor abandonar a poupança em 2018? Depende! Outros investimentos também são impactados pela Selic, mas pelo menos você tem a chance de conseguir algo mais próximo a 100% da taxa (e não 70% como é o caso da caderneta. Na dúvida, faça a conta. Recomendamos que você use a calculadora do Tesouro Direto pra fazer simulações e comparações. Quer um resumo? Em linhas gerais, para prazos mais longos, o Tesouro Selic, os Fundos DI e os CDBs costumam apresentar rendimentos melhores que a poupança. Para prazos curtos, porém, a chance de isso acontecer é bem menor, já que esses outros investimentos cobram imposto, taxas de administração e de custódia, que, em pouco tempo, podem apresentar uma quantia muito grande retirada da rentabilidade. O que você não pode deixar de fazer em qualquer um dos casos é uma simulação! Só assim dá pra saber com maior clareza qual é a aplicação mais atraente naquele momento. Mas e os riscos? Essa, provavelmente, é a sua maior preocupação, né? Mas fica tranquilo! Assim como a poupança, esses outros investimentos possuem risco bem baixo. No caso do Tesouro Selic, como o próprio governo é o comprador, a chance de calote é quase inexistente. Os CDBs, por sua vez, são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre até R$ 1 milhão por investidor em caso de quebra do banco. Já nos Fundos de Investimento, você pode optar por um que garanta o baixo risco mas que, geralmente, tem taxa de administração mais elevada. Vai investir? Espera aí Antes de fazer a sua escolha sobre onde colocar o dinheiro é preciso planejar. Saber exatamente qual valor você pretende investir, quanto tempo poderá deixá-lo aplicado e qual o seu objetivo com o rendimento é o primeiro passo para escolher o caminho certo. Preparado pra ver o dinheiro se multiplicando até com a queda dos juros? Divida com a gente aqui nos comentários quais são os seus objetivos! banner-mktplacedireto-2]]>

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