Como separar seus gastos pessoais dos gastos da empresa

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Fluxo de caixa, sempre

Para saber como andam os rendimentos da sua empresa, o fluxo de caixa é indispensável. Ele vai apontar todas as receitas e despesas, indicando quais foram ganhos ou perdas. É impossível conceber qualquer negócio que seja sem esse recurso simples, mas muito eficaz para mostrar onde estão seus maiores gastos e o quanto você está faturando. Graças ao fluxo de caixa, você consegue orientar a gestão da sua empresa e traçar metas mais audaciosas, seja para reduzir custos ou elevar ganhos. Outro ponto positivo do fluxo de caixa é listar tudo o que você tem a pagar. A organização é fundamental para que você não fique perdido. Além disso, permite que você se programe para o pagamento das despesas. Nunca desmereça a importância do fluxo de caixa para sua empresa.
Agora, se você quer ter um controle detalhado de todas as suas finanças, por que não fazer uma planilha de gastos para controlar a sua renda pessoal ou utilizar uma ferramenta, como o GuiaBolso? Seguindo a mesma lógica, faça a previsão dos seus ganhos e gastos pessoais. Isso vai dar a dimensão do quanto você tem que obter de renda por mês para cobrir suas despesas e de que maneira você consegue reduzir despesas. Mas, em hipótese alguma, inclua contas pessoais no fluxo da empresa ou vice-versa (o mesmo vale para os rendimentos). Os controles devem ser específicos para as finanças pessoais e da empresa. O mesmo vale para os serviços que você contrata. Nunca contrate em seu nome serviços para a empresa e não contrate serviços pessoais em nome da empresa.
 

Reserva financeira

A confusão entre as contas da empresa e pessoais começa justamente porque uma delas (ou as duas) não está dando conta dos gastos. O que ocorre, geralmente, é que o empresário tem dificuldade para arcar com os gastos da empresa, por exemplo, que serão pagos com a renda pessoal. O inverso também ocorre. E, a cada vez que ele recorre a essa prática, fica mais difícil evitá-la. Ter sempre uma reserva financeira é a melhor forma de evitar essa encrenca. Faça, mensalmente, um provisionamento de verba para gastos adicionais, tanto para empresa quanto para você – e aqui, o ideal são de 3 a 6 meses de gastos. Mantenha esse valor resguardado ao máximo. Em pouco tempo, você terá um fundo para sair do sufoco quando necessário.
 

Estabeleça ganhos compatíveis

Na hora de definir o seu pró-labore, pondere quais são as suas necessidades pessoais e quais são as possibilidades de obter esse ganho a partir do que é faturado pela empresa. Antes, lembre-se de estudar o fluxo de caixa, de separar a reserva financeira para o seu negócio e de pensar que parte dos ganhos deve retornar para empresa na forma de investimentos. É fundamental que o empreendimento reverta uma boa remuneração mensal para você, mas é imprescindível que o seu negócio tenha perspectivas de crescimento. Só assim ele terá sucesso. Para isso controle, disciplina e estratégia ao lidar com as finanças é o segredo!
Siga estas dicas e mantenha o controle tanto da conta da empresa como da sua conta pessoal.]]>

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