Controle seus saldos do cartão de crédito com mais frequência, se deseja sair do vermelho

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Falta de informação não pode ser mais desculpa para justificar o alto índice de endividamento das famílias. Segundo dados divulgados pelo Banco Central, o ano de 2011 foi marcado por um aumento de 41% no nível de endividamento das famílias brasileiras.

Dentre outros fatores, os gastos no cartão de crédito são, sem dúvida, os maiores inimigos da população. Uma pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) aponta que 72% dos paulistanos têm dívidas no cartão – a velha cilada do pagamento mínimo que pode resultar no colapso das finanças pessoais das famílias.

A melhor dica a ser oferecida para quem sonha com redução de dívidas é jamais pagar o mínimo em seu cartão de crédito. Esqueça essa possibilidade, assim como o cheque especial não faz parte de seu salário, o pagamento mínimo não pode ser usado como se fosse um “bônus” oferecido pelas operadoras de cartão.

Assim, quem quer mudar sua maneira de manipular o orçamento doméstico deve, antes de tudo, trabalhar na redução de dívidas, buscando enxugar as despesas a fim de conseguir maiores recursos para pagar o máximo possível da conta do cartão até a finalização completa do débito. Uma vez quitado, aplique uma nova política de controle de despesas em sua vida, aprendendo a gastar apenas 70% do que você ganha (30%, no mínimo, deve ser destinado à formação de poupança).

Junte dinheiro e compre à vista para financiar seus sonhos. E para que a redução de dívidas seja permanente, esqueça essa história de pagamento mínimo.

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