COVID-19: Um guia de como lidar com suas finanças na crise

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Nossa vida mudou nas últimas semanas. O COVID-19 alterou não só nossas rotinas de trabalho e de interação com outras pessoas, mas a maneira como devemos lidar com as finanças daqui pra frente. A pandemia do coronavírus contaminou a economia provocando a perda de renda de autônomos e trabalhadores informais, risco de desemprego de CLTs, volatilidade nos investimentos, aumento de gastos no mercado, além de outros impactos.

A hora é de cuidar da saúde, inclusive financeira. Aqui no Guiabolso já estamos trabalhando de casa desde o dia 16 de março para preservar, sobretudo, a saúde dos nossos 188 Guias e de seus familiares. Nosso ambiente de trabalho mudou, mas a nossa missão não: continuamos focados em ajudar os usuários a melhorar as finanças, dessa vez, diante de uma possível crise econômica.

Para tentar ajudar as pessoas a lidarem com as finanças nesse momento tão difícil, reunimos neste guia dicas para repensar o bolso sob quatro aspectos. As dicas também aparecem dentro do aplicativo, na aba Guia, de maneira personalizada.

Renda

Os ganhos de muitas pessoas deverão ser afetados nos próximos meses. Por isso, este guia traz conteúdos para:

Além disso, o blog a partir de agora funcionará como uma central de notícias explicando as principais medidas tomadas pelo governo, como o auxílio a autônomos e trabalhadores informais, ou mesmo benefícios que já temos no país e que podem ajudar neste momento.

Aposentados e pensionistas foram outro público assistido pelo governo. Entre as recentes decisões, foi acordado que haverá a antecipação do 13º salário a estes consumidores.

Gastos

Se o trabalho remoto fará com que as pessoas reduzam gastos como transporte e restaurantes, deverão aumentar algumas contas como mercado e energia. Para você se preparar para uma crise profunda, trouxemos conteúdos de:

O Guiabolso pode te ajudar a acompanhar melhor os gastos dentro do aplicativo, de maneira automática.

Investimentos

O sobe e desce dos investimentos no mês de março deixou muito investidor de cabelo em pé. Na renda variável, as ações das empresas se desvalorizaram e a Bolsa de Valores de São Paulo chegou a interromper seus negócios em alguns dias nos quais a queda ultrapassou 10%.

Na renda fixa e caderneta de poupança, os rendimentos ficaram ainda mais baixos com a nova queda da taxa básica de juros da economia (a Selic).

Diante disso, o que fazer?

Crédito

A renda deve diminuir, mas os boletos não. Para quem já contratou crédito, há saídas para não se enrolar.

Agora, para quem precisa de dinheiro, temos dicas de como funciona o empréstimo online, além de um texto que explica como descobrir se este é o momento de pegar um empréstimo ou se a pessoa deve esperar alguns meses.

E vale lembrar: o crédito caro (cheque especial e cartão de crédito) não é indicado, sobretudo no cenário atual.

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