Crédito na mão - como funciona o refinanciamento

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Se você está considerando fazer um empréstimo e possui algum bem em seu nome, seja um carro ou um imóvel, pode levar em consideração o refinanciamento. O refinanciamento é uma modalidade de empréstimo que tem como garantia um bem do solicitante, o que acarreta em taxas de juros bem menores que as dos empréstimos comuns direcionados às pessoas físicas.

Bom para quem quer fazer uma viagem, investir em um curso de pós-graduação, ampliar o negócio próprio ou pagar dívidas com altas taxas de juros, como a do cartão de crédito ou a do cheque especial. Afinal, enquanto as taxas de juros do cartão de crédito passam de 10% ao mês, as do cheque especial estão acima dos 8% e o empréstimo pessoal em financeiras não sai por menos de 7% ao mês, as taxas do refinanciamento giram em torno de 2 a 3%.

O refinanciamento pode ser utilizado em vários casos, vamos falar sobre como o crédito funciona e quando você pode usá-lo. Confira a seguir o que o GuiaBolso.com tem a dizer sobre o assunto.

 

Rapidez para obter o dinheiro: refinanciamento de veículos

Perfeito para quem precisa de dinheiro para liquidar uma dívida mais cara ou pagar um curso à vista, pagando menos juros. Normalmente, as financeiras e bancos refinanciam até 70% do valor do veículo, fixado de acordo com a tabela Fipe. A maioria não aceita como garantia veículos com mais de 10 anos de uso.

Ao contrário do refinanciamento de imóveis, que exige uma documentação mais detalhada, o refinanciamento de veículos é rápido e o dinheiro pode sair em poucos dias. O automóvel continua em seu nome, mas alienado ao banco até que você quite a dívida.

 

Grandes quantias: refinanciamento de imóveis

Se você está precisando de uma quantia mais alta de dinheiro, seja para investir em reforma ou ampliação do negócio próprio ou até mesmo em outro imóvel, o refinanciamento de imóveis pode ser o ideal. As taxas de juros são menores e os prazos, bem maiores: cerca de 300 meses, ou seja, 25 anos para pagar, dependendo do valor emprestado.

 

Fique de olho! Conheça as desvantagens do refinanciamento

A grande vantagem do refinanciamento – os juros mais baixos devido à garantia – é exatamente o maior risco dessa modalidade de empréstimo. Afinal, se você não conseguir quitar a dívida, ao contrário do empréstimo pessoal, que tem como sanção a inclusão de seus dados em cadastros de inadimplentes, no refinanciamento a coisa fica séria: você pode perder o bem. Nesse caso, o veículo ou o imóvel vai a leilão, a menos que você pague a dívida.

 

Vale a pena optar por um financiamento?

Para avaliar se você deve ou não contratar o refinanciamento, analise com honestidade a sua vida financeira e o objetivo desse empréstimo. Se o dinheiro que você vai obter com o refinanciamento vai efetivamente resolver seus problemas, se a questão for saldar dívidas, ou realizar o seu sonho, e se as parcelas não comprometerão as suas finanças, vá em frente. Se o dinheiro for utilizado para expandir o negócio próprio, por exemplo, e há garantia de retorno, certamente vale a pena também. Portanto, analise profundamente se precisa do empréstimo.

Agora, se as suas contas continuarão desequilibradas ou há risco das parcelas descontrolarem ainda mais o orçamento, é melhor tomar outras providência que correr o risco de perder um bem que, com certeza, lhe fará falta no futuro. Se tiver que encontrar outra opção para conseguir crédito, aproveite para ler mais sobre consignado e obtenção de renda extra.

 

Vai precisar de um refinanciamento? Não esqueça desses ensinamentos antes de procurar o banco ou financeira!

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2 Comments

  1. Boa noite!!!!
    Srs.; queria saber se consigo refinanciar meu carro, preciso pagar umas contas e que sujou o meu nome. Queria saber se é possível fazer esta operação.
    Desde já agradeço atenção e fico no aguardo de uma resposta.
    ATT.
    Douglas dos Santos
    Tel: 2116 30 82

    • Olá, Douglas.
      Normalmente, a restrição no CPF impede a pessoa a solicitar novos empréstimos. Mas eu acho que este post pode te ajudar a renegociar as dívidas e limpar seu nome.
      Um abraço!
      Jenifer Corrêa - Editora do blog do GuiaBolso

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