Desemprego cai 10,9% em 7 regiões

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O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), em parceria com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) divulgou, na última quarta-feira (31/10), a taxa de desemprego de sete regiões metropolitanas do Brasil e os resultados foram considerados positivos. Segundo o estudo, a taxa média de desemprego das regiões avaliadas (Belo Horizonte, Distrito Federal, Fortaleza, Recife, Porto Alegre, Salvador e São Paulo) foi reduzida para 10,9% no mês de setembro, em comparação com os 11,1% de agosto. Já se o ponto de comparação for o ano anterior, o resultado passa a não ser tão interessante, já que, no mesmo mês, o contingente de cidadãos sem emprego atingia 10,6%, em 2011.

Segundo as notícias do Dieese/Seade, a região metropolitana com o menor índice de cidadãos fora do mercado de trabalho é Belo Horizonte, que possui percentual de apenas 5,1%, enquanto a região que apresenta os piores números é a de Salvador, com 19%. São Paulo está próximo à media geral, com 11,3%.

Para quem está curioso em saber qual a taxa de brasileiros sem emprego, o índice de setembro ficou em 5,4% e é um dos menores da história do país. Baixas taxas de desocupação, ampliação da renda média nacional e estabilidade macroeconômica. Estes são alguns dados que mostram que o país vem conseguindo suportar com solidez a crise que assola a Europa e os Estados Unidos.

Curioso observar que, na mesma quarta-feira, o Departamento de Estatísticas da União Europeia (Eurostat) tambék divulgou, por coincidência, os dados de desemprego dos países-membros e os números continuam alarmantes, com Grécia e Espanha atingindo 25,1% e 25,8%, respectivamente.

Retornando às notícias divulgadas pelo Dieese/Seade, vale lembrar que a comparação dos dados de setembro em relação aos anteriores mostram quedas sucessivas nas taxas avaliadas. Estima-se, por exemplo, que a quantidade de pessoas em idade apropriada sem emprego nas regiões pesquisadas se encontra na faixa de 2,445 milhões, 42 mil menos que em agosto. Bons números para o país.

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