Faz sentido apostar no Tesouro Direto?

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Por Guilherme Campos

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Quer investir, mas não está contente com o que pode ganhar deixando a grana na poupança? Tudo bem, eu também entendo quando você fala que não gosta de arriscar o que tem de mais precioso na Bolsa de Valores. Além disso, é normal ficar perdido com todas aquelas letras juntas: CDB, CDI, LCA, LCI. Saber pra que servem então? Piorou.

O fim das suas noites de insônia e a vontade de multiplicar mais rápido as economias podem ter fim com uma iniciativa da presidência da República: o Tesouro Direto. Calma, ele não é nenhuma furada e permite que pessoas comuns, como eu e você, invistam. E não precisa de muito. O primeiro passo pode ser com R$ 30,00.

A forma de ganhar dinheiro no Tesouro Direto é com os títulos públicos. Os títulos são papéis que o governo lá em Brasília faz pra conseguir dinheiro emprestado. Funciona assim: pago pelo título e tenho uma garantia de que vou receber aquele valor somado a uma quantia adicional em uma data já definida. O processo pode ser feito totalmente pela internet, e mobiliza a Bolsa de Valores, os bancos e corretoras. O Tesouro cobra duas taxas do interessado em investir.

1 – Quem cobra? A Bolsa de Valores
Quanto? 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos.
Pra quê? Em troca do serviço de guarda, informação e movimento dos saldos.

2 – Quem cobra? O banco ou corretora intermediário do processo.
Quanto? O valor depende da corretora, mas a boa notícia é que tem um monte de gente que não cobra nada hoje em dia.
Pra quê? Por transferir os lucros e gerenciar a compra e uma possível venda do título.

Opções do Tesouro Direto

Depois da notícia ruim, vem a boa. Já paguei as taxas e os impostos (IOF pra resgate de títulos em menos de 30 dias e Imposto de Renda entre 22,5% e 15% dependendo do tempo que vou ficar com o título), agora quero saber quanto e como ganho. Pois bem, depende da opção escolhida. Basicamente são dois tipos. Os títulos pré e os pós fixados.

Os pré-fixados pagam um valor já conhecido antes. O dinheiro a mais pode ser entregue de uma vez só no dia que o título vence ou pode ser diluído a cada intervalo de seis meses. Se esse título for vendido antes do vencimento, o investidor pode receber um valor acima ou abaixo do que pagou. O que vai determinar a sorte ou o azar vai ser a tendência do mercado naquele momento.

Já os títulos pós-fixados vão ter os lucros determinados por um índice que serve como referência. Pode ser a inflação (IPCA) ou a Taxa Básica de Juros (conhecida como Selic).

Gostei, como faço pra ter o meu?

1 – Antes de qualquer coisa, você precisa ter um CPF e uma conta.

2 – Escolha alguém pra ser o intermediário com o Tesouro Direto. Pode ser um banco ou uma corretora que esteja autorizada. Preste atenção pras taxas cobradas, eles mudam de lugar pra lugar. Nada de pressa pra não escolher errado e se arrepender depois.

3 – Se cadastre e forneça as informações pedidas pra abrir uma conta pra operar no Tesouro Direto

4 – Com a senha provisória que vão te passar você acessa o site da corretora ou do Tesouro Direto e já pode fazer a operação que quiser.

5 – Explore o simulador do Tesouro Direto. Ele te ajuda com tudo, até mesmo em escolher qual título faz mais sentido e atende suas necessidades.

A conta que ninguém te conta!
Quem usa o Guiabolso e não sai da aba Guia já deve ter visto ou mesmo sido aconselhado. Na medida que o app te conhece mais e percebe que seu saldo sempre está no azul passa a te mandar sugestões pra investir. As dicas são todas top, de lugares e produtos que fazem todo sentido pra você naquele momento. De repente pode ser de um banco ou corretora que cobra uma taxa superboa pra multiplicar sua grana. Bora testar?


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