O que é PISP e como ele vai ser afetado com o Open Banking

Open Banking PISP

Publicado em 10/06/2021

O Open Banking vêm sendo liderado pelo Guiabolso desde sua concepção. Os fundadores já entendiam que os donos dos dados eram os próprios clientes e que deveriam ter a liberdade de compartilhá-los com quem eles tivessem interesse. A história do Guiabolso você encontra aqui.

Mas, essa primeira ideia, que antes poderia parecer distante, já é realidade. O Banco Central já está na segunda fase de implementação do Open Banking, essa regulamentação que vai revolucionar o sistema bancário e dar mais autonomia para o cliente. 

Mas não será só o cliente a se beneficiar e sobre mudanças. O Open Banking vem para mudar todo o mercado financeiro. Por isso, as fases de implementação são tão importantes, para ajudar as instituições a se prepararem para essa grande revolução.

O que é PISP?

O PISP nada mais é do que o Iniciador de pagamentos. Ou seja, uma transação é feita pelo pagamento do usuário final, com uma conta, depósito ou pagamento, sem ser a instituição que detém essa conta. Basicamente, o Pisp é como uma empresa regulada pelo Banco Central que, mediante a solicitação e autorização do cliente, poderá executar uma transação. 

E como o Open Banking vai afetá-lo?

Há pouco mais de 18 anos, o Brasil se posicionava com destaque no mercado financeiro global ao implantar o Sistema de Pagamentos Brasileiro, entrando na nova era dos pagamentos em tempo real. Mas, o tempo passou e as tecnologias já evoluíram. Por isso, há muito o que fazer: adequar os sistemas dos bancos e criar os instrumentos para que o regulador passe a ser mais atuante no ciclo das transações. Algo que já vem sendo trabalhado e com expectativa de implementação total em novembro de 2020.

Tudo isso para se obter um aumento no controle da liquidez, tanto pelo banco quanto pelo regulador, no caso, o Banco Central. Além de promover um aumento da competitividade e por consequência da oferta. 

Mas o que ainda poucos veem é a transformação que isso trará para os modelos de negócios de pagamentos no Brasil.

O país ainda sustenta uma das maiores taxas de MDR – Merchant Discount Rate. Ou seja, taxas sobre transações de cartões de crédito pagas pelo varejo para se “habilitarem” a receber suas vendas por meio de cartão de crédito.

O modelo do Open Banking permitirá a integração de parceiros de negócios em um modelo de “broker” na oferta de produtos e serviços não só financeiros. Há muito tempo já se falava de transformação digital e mais recentemente de reinvenção digital, mas Open Banking é um passo muito além destas transformações de experiências de usuários. 

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