O que vale mais a pena? Ser CLT ou PJ?

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FGTS, ou ser Pessoa Jurídica e prestar consultoria, por exemplo, fazendo a sua própria empresa – e também o seu próprio salário.
Quando se está em dúvida sobre permanecer no emprego ou se tornar PJ sendo prestador de serviço, a primeira medida é colocar na ponta do lápis os prós e contras de cada modalidade e, principalmente, procurar ver o quanto de dinheiro realmente sobra no fim do mês para o controle de despesas.
Para fazer essa análise comparada, primeiro junte ao seu salário os benefícios: plano de saúde, décimo-terceiro, férias e FGTS (ainda que este só possa ser retirado em caso de demissão sem justa causa, para compra da casa própria ou aposentadoria), mas também os descontos referentes ao INSS e ao Imposto de Renda.
Se levarmos em conta uma PJ optante pelo Simples Nacional e se tirarmos o Fundo de Garantia do cálculo, a princípio Pessoa Jurídica acaba com mais dinheiro no fim do mês. Ao mesmo tempo, se ela for o que chamamos de PJ Cheio, que tem direito a décimo-terceiro e de repente ainda o terço referente à férias, aí a diferença aumenta ainda mais – mas a contratação de pessoas jurídicas por empresas acaba sendo uma forma delas fugirem aos encargos sociais do trabalhador, fraudando a legislação trabalhista. No entanto, uma vez comprovado na Justiça que a PJ era de fato contratada, ela passa a ter direito a todos os encargos do CLT.
Por outro lado, a PJ não se submete a horários, não é subordinado de ninguém e faz o seu próprio preço – regulado, é claro, pelo valor de mercado – mas tem independência para determinar a sua própria prestação de serviços. O pressuposto é que tenha vários clientes. A diferença de ganhos mensais no bolso pode chegar a 200% em relação ao CLT.]]>

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