Pagar as dívidas ou investir?

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Segundo dados do Banco Central, mais de 60 milhões de brasileiros possuem algum tipo de débito, seja através de cartões de crédito, crediário, por força de financiamento bancário, tomada de crédito pessoal de valores pequenos, etc. O número dos endividados no país surpreende (quase 1/3 da população total), mas, mesmo assim, um bom controle financeiro já seria suficiente para tirar a maior parte desses cidadãos das amarras dos juros bancários.

Diante desse quadro, muitos brasileiros (mesmo os que possuem dívidas) veem nas aplicações financeiras, uma possibilidade real de se livrarem dos débitos no longo prazo. Mas será que essa medida é realmente eficaz, quando falamos de uma família devedora?
De acordo com a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), quem possui algum tipo de débito, deve aproveitar o 13º salário para sentar com a gerência e negociar os melhores descontos em caso de antecipação de parcelas. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor assegura descontos na quitação do empréstimo de forma antecipada, mais uma oportunidade de usar bem seu 13º salário.
Mergulhar em aplicações financeiras é importante, mas, para os endividados, o melhor investimento é retomar sua liberdade e se livrar da penitência de pagar juros mensalmente. Assim, o primeiro objetivo para quem tem algum tipo de débito deve ser o de pulverizá-lo, antecipando parcelas por meio de um rígido controle financeiro. Uma vez que suas dívidas tenham sido quitadas, pode então ter chegado a hora de pensar em um investimento, em renda fixa ou variável. Mas não se esqueça que ter seu salário livre é o primeiro passo.]]>

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