Quatro pequenas (e necessárias) mudanças para uma boa vida financeira daqui em diante!

quatro mudanças na sua vida financeira
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Por Carol Stange, especialista em finanças pessoais

“MUDANÇAS”. Hum… “isso é trabalhoso”, você pode estar pensando.

É verdade, não posso negar. Dá trabalho e por vezes, incomoda. Inclusive conheço gente que evita as mudanças até o último minuto, repetindo de forma automática aquele mantra “no final, tudo dá certo” mas sem efetivamente dar o primeiro passo para que as mudanças necessárias ocorram.

Mas sabe o que acontece com essas pessoas? A vida se encarrega de fazer o que precisa ser feito. Ou seja, se você não toma as decisões, outros as tomarão por você.

Eu não gosto de ninguém tomando decisões por mim e imagino que, se você está lendo até aqui, também não goste, pois então, especialmente para você, detalho a seguir quatro pequenas (e necessárias) mudanças para uma boa vida financeira daqui em diante.

  • Precisamos falar sobre seus gastos

O mundo está mudando, e o contexto atual nos obriga a prestar mais atenção nos gastos, sejam eles fixos ou variáveis. Gastos são gastos, não é? O momento atual é propício para fazermos uma reflexão sobre com o quê temos gasto nosso dinheiro.

Será que tem valido a pena comprar as coisas que temos comprado?

Quando trocamos nosso tempo e dinheiro por coisas que não nos realizam por completo, que não agregam valor efetivamente para nossa vida, que serão apenas mais itens dentro dos armários como tantos outros, estamos ficando mais distantes do que realmente nos realiza e dá prazer na vida: experiências. Viagens, jantares, cursos… Conhecer outros lugares nos faz amadurecer, conviver harmoniosamente nos alimenta a alma, cursos nos valorizam para o mercado de trabalho.

A verdade é que somos muito mais ricos (e felizes) quando acumulamos experiências em vez de coisas.

  • O tal do minimalismo

Você já deve ter ouvido falar recentemente nesse termo. Realmente, ele está em “alta”! Minimalismo significa rever hábitos de consumo e poder desapegar de coisas que não agregam mais nenhum tipo de valor para nossa vida.

Podem ser livros em bom estado mas que não contribuem com mais conhecimento, roupas que apesar de servirem, não condizem mais com a profissão atual, utensílios domésticos novos e nunca usados. Mas o minimalismo não se resume só a desapego de itens em bom estado! Remédios e maquiagens vencidos, bijuterias quebradas, jogos de tabuleiro faltando peças, roupas que não servem mais, livros de estudo com informações desatualizadas… Tudo isso deve ir para longe da nossa vida.

Para quem gosta do assunto, deixo a sugestão do documentário Minimalism: A Documentary About the Important Things (“Minimalismo: um documentário sobre as coisas que importam”, em tradução livre). Eu sei que pode não ser fácil no começo, mas como abrir espaço nas nossas vidas para o que realmente importa se estamos valorizando coisas mais do que deveríamos?

  • É preciso diversificar as fontes de renda.

Sua renda principal é extremamente relevante, mas você já viu alguém muito rico com apenas uma única fonte de renda? Eu não. Donos de fortunas costumam contar com as rendas de aluguéis de imóveis, de investimentos, de participação em outras empresas. Para qualquer um de nós, não precisa ser diferente, mesmo que não estejamos querendo ser o próximo milionário na capa da Forbes.

Podemos, além de fazer investimentos financeiros (possíveis com menos de R$50,00 no site do Tesouro Direto), investir no mercado de imóveis e ainda, transformar nosso conhecimento e habilidades em renda extra: aulas virtuais, venda de produtos, talento culinário, edição de fotos, produção gráfica. É preciso usar a criatividade; o que você faz bem que pode contribuir com o aumento de renda? Quais os assuntos que você domina e atividades que acha tão prazerosas que seria capaz de fazê-las mesmo sem remuneração? Se você é autodidata, há diversos cursos online gratuitos na internet para que você consiga colocar sua ideia em prática. Se você gostaria de uma mentoria, clique aqui.

  • Pare de lutar contra o longo prazo

Chega de pensar “20 anos é muito tempo” ou “não sei se estarei vivo até lá” (nenhum de nós sabe, aliás, mas já pensou se você continua vivinho da silva e se vê, “de repente”, sem recursos financeiros e dependendo da caridade de filhos e familiares? Um pesadelo, não?). Portanto, mude seu mindset.

A vida merece ser vivida, mas você também merece ter dignidade quando não puder ser mais produtivo financeiramente. Se você ainda não começou a poupar e investir, chegou a hora de levar essa orientação à sério. Quem vivia na ilusão de que, bastava não ter dívidas para ter uma vida tranquila financeiramente, está sentindo na pele a falta que, pelo menos, uma Reserva de Emergência faz.

Não seja atropelado pelas mudanças. Dê você o primeiro passo, mesmo que pequeno.

Um beijo e nos vemos no próximo conteúdo sobre finanças pessoais. Até mais!

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