Reajuste de 6,31% no preço dos remédios

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planilha de gastos vai precisar de um reajuste muito bem feito para tentar compensar o aumento de 6,31% no preço dos medicamentos a partir desse mês.
O aumento foi autorizado em todo o país pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos para remédios que têm o preço controlado pelo governo – e que sofrem reajuste todo dia 1º de abril. A base de cálculo foi a inflação acumulada nos últimos 12 meses medida até fevereiro e calculada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).
As mudanças ficam valendo para três grupos de remédios de acordo com a influência dos genéricos – que por sua vez têm aumento máximo autorizado de 2,7%, bem abaixo da inflação – e devem atingir cerca de 12 mil produtos. Apesar de já estar valendo desde o dia 1º, só a partir do próximo mês os consumidores devem sentir a diferença por causa dos estoques nas farmácias e apenas os que estão chegando agora das distribuidoras terão os novos preços.
De qualquer forma, para tentar driblar os efeitos da inflação, a planilha de gastos pessoal também precisa ser reajustada, principalmente para quem faz uso contínuo de medicamentos e não pode contar com a farmácia popular. A diferença é proporcional à participação dos genéricos no faturamento, por isso o aumento será feito em três faixas, 2,7%, 4,51% e o teto, 6,31%.
Apesar do peso que terá no bolso do consumidor, algumas entidades de classe como o Sindicato das Indústrias Farmacêuticas de São Paulo questionaram o aumento autorizado, que teria sido feito tendo como base um cálculo de produtividade discutível e que estaria prejudicando muitas empresas. A expectativa é que os estoques comecem a ser repostos entre maio e junho.]]>

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