4 motivos para sair da caderneta de poupança

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64777-x-motivos-para-sair-da-caderneta-de-poupanca-agora-mesmoMuitas pessoas já identificaram os principais motivos para sair da caderneta de poupança, mesmo que esta ainda seja a aplicação financeira mais popular no Brasil.
Dados da Fecomércio RJ sintetizados na Folha de S. Paulo mostram que 76% das pessoas que têm recursos para poupar escolhem a poupança, um valor menor do que os 88% registrados em 2012.
A popularidade da aplicação deve-se, principalmente, à sua simplicidade e ao fato de ser isenta de impostos. Entretanto, suas desvantagens a limitam em vários aspectos. Veja 4 motivos para sair da caderneta de poupança.

1. Juros creditados apenas na data de aniversário

A poupança credita mensalmente os juros na data de aniversário da conta do investidor. Assim, quem investiu o dinheiro no dia 15 de janeiro terá o crédito de juros apenas em 15 de fevereiro.
A desvantagem dessa metodologia é que a retirada dos recursos antes desse prazo anula o ganho com os juros. Com isso, mesmo que você mantenha o dinheiro aplicado por quase todo o período e faça o saque poucos dias antes do final do prazo, você não receberá os juros correspondentes.

2. Cobertura de riscos semelhante a outras aplicações financeiras

A poupança não é totalmente livre de riscos, pois há o risco de crédito, ou seja, a possibilidade de o banco em que os recursos estão aplicados quebrar. Nessa situação, o banco não devolve o dinheiro investido.
Para reduzir o impacto desse problema, foi criado o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que devolve aos clientes até R$ 250 mil dos depósitos. Além da poupança, o FGC também cobre o Certificado de Depósito Bancário (CDB) e as Letras de Crédito Imobiliário (LCI), entre outros.

3. Baixa rentabilidade para investimentos de renda fixa

A poupança é remunerada pela Taxa Referencial (TR), somada a uma parcela que varia conforme dois casos.
A primeira situação ocorre quando a taxa Selic é maior do que 8,5% ao ano, como é o caso agora. Nessa situação, a poupança paga 0,5% ao mês mais a TR.
O outro caso é para quando a taxa Selic está igual ou abaixo a 8,5% ao ano. Assim sendo, a remuneração da poupança será de 70% da taxa Selic mensal, somada à TR.
Por exemplo, considerando uma taxa Selic de 13% ao ano, a poupança remunera o investidor com 0,72% ao mês, mais uma TR de aproximadamente 0,17% ao mês. Com isso, a remuneração total seria de 0,89% ao mês.

4. Perda de valor real por grande efeito da inflação

Assim como os juros incidem sobre o dinheiro com o tempo, a inflação também o faz, retirando parte do poder de compra desses recursos.
Seguindo os números do exemplo anterior, a poupança remunera o investir em 0,89% ao mês. Considerando um índice de inflação de 0,30% ao mês, é possível perceber que boa parte do ganho nominal da poupança não se converte em efetiva geração de renda.
A inflação incide sobre todos os investimentos, mas quando o ganho é menor (como no caso da poupança), o impacto corrosivo da inflação sobre os lucros é maior.
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