São Paulo tem nove corretores para cada residência vendida

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notícias de expansão se espalham é inversamente proporcional à com que pipocam corretores por todos os lados. Pelo menos em São Paulo, onde, segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-SP), desde 2004 a quantidade de corretores praticamente triplicou e hoje chega a ser de nove para cada residência vendida por mês. Concorrência acirrada no setor.
O interessante é que o boom no mercado imobiliário aconteceu, basicamente, entre 2004 e 2007, mas as notícias a partir daí não são mais muito animadoras. Apesar disso, no entanto, a quantidade de corretores ativos continuou a crescer. Para se ter uma ideia, no início daquele período haviam 13,6 mil corretores na ativa – hoje são 38,4 mil. Só que o número de lançamentos em 2012, por exemplo, oito anos depois, foi apenas 33% superior, considerado pequeno em relação ao crescimento no número de corretores.
Em fevereiro o Sindicato de Habitação (Secovi-SP) anunciou que houve uma queda de 8,6% na venda de imóveis novos na cidade de São Paulo em relação ao mesmo período de 2012. No total foram 1.927 unidades, que, em valores, somam cerca de R$875,5 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV). Em relação a fevereiro do ano passado, descontada a inflação, a queda foi de 12,9%.
Claro que os corretores não apenas vendem imóvel residencial – há ainda os ganhos com os comerciais e os aluguéis – mas as notícias servem para demonstrar a acirrada competitividade do ramo e, ainda, a legalização de profissionais que antes atuavam informalmente. Na visão do Creci-SP, no entanto, o número de profissionais ainda é pequeno, isso porque haveria muitos corretores que tiram a licença para trabalhar em lançamentos específicos e depois desistiriam da carreira, por isso os números não espelhariam a realidade.]]>

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