Vale a pena ter um seguro imobiliário?

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Hoje em dia, praticamente todos os donos de automóveis têm algum tipo de seguro. Parece a coisa mais natural a se fazer. Por outro lado, ainda são poucos os donos de imóveis que adotam o chamado seguro imobiliário, que vem crescendo no Brasil, mas ainda está longe de ter a mesma popularidade do automobilístico.

Por ainda ser um tipo de seguro pouco utilizado, as dúvidas são muito comuns. Afinal de contas, vale a pena ter um seguro imobiliário? A seguir, tentamos explicar o que é e quando vale a pena contratá-lo.

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Cobertura

A principal diferença do seguro imobiliário para o seguro automobilístico, por exemplo, é a imensa quantidade de modalidades de cobertura. Este é o ponto crucial que você deve ficar atento quando pensar em fazer um para sua residência.

O mais básico, que pode custar cerca de R$ 50,00 em algumas seguradoras, cobre apenas incêndios, raios e explosões. Os mais completos cobrem roubo, problemas hidráulicos e elétricos, vidros quebrados, desastres naturais, dentre outros, e podem custar mais de R$ 1000,00 por mês.

A cobertura, somada à localização, o tipo e o tamanho do imóvel é que vão definir quanto custará a parcela mensal. Um imóvel em uma área de risco, por exemplo, terá uma parcela mensal bem mais cara em um seguro contra desastres naturais. Da mesma forma, um seguro contra roubo de um apartamento em um condomínio fechado será mais barato do que o de uma casa em um bairro mais perigoso.

Acessórios

A chave para fazer um seguro imobiliário que atenda às suas necessidades é não contratar uma cobertura que esteja além do que você precisa, nem abaixo do necessário. Ambos os erros são muito comuns e podem causar frustrações no proprietário do imóvel.

Quanto maior a cobertura, mais estão presentes no contrato os chamados “itens acessórios”. Estes itens incluem serviços como chaveiros, eletricistas, pintores, bombeiros, faxineira, assistência técnica de informática e limpeza de caixa d’água. Não são raros casos de pessoas que contratam serviços de manutenção por conta própria quando poderiam utilizar o seguro ou, por outro lado, que contratam itens acessórios que jamais irão utilizar.

Da mesma forma, é importante estar atento para não contratar uma cobertura abaixo da sua necessidade e expectativa. Mesmo o seguro contra roubo, por exemplo, possui uma série de modalidades. Algumas incluem apenas objetos de grande valor, outras qualquer tipo de objeto que possa ser roubado. A dica é não achar que todos os itens da sua residência estão assegurados; a leitura atenta do contrato é imprescindível.

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Ter ou não ter este seguro?

O imóvel é, na maioria das vezes, o seu bem mais valioso. Por mais que roubos e danos a um imóvel sejam menos comuns do que nos automóveis, os prejuízos são muito maiores. Caso seu orçamento permita contratar um seguro imobiliário, o faça. Principalmente se você viver em áreas com grande incidência de assaltos, incêndios ou desastres naturais, por exemplo.

Porém, como dito anteriormente, o importante é estar atento para não se frustrar com uma cobertura abaixo do que você espera nem acima do que você necessita, o que refletirá em gastos desnecessários. Como possui uma série de modalidades de cobertura diferentes, é importante ter paciência e pesquisar muito antes de escolher qual o melhor seguro para contratar.

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